Tudo sobre relógio de ponto

12/09/2011

A portaria 1510 foi novamente adiada, conforme já noticiamos no último post.

Presenciamos neste adiamento um recado direto da Presidência, de que estão atentos ao rumo que tomou este tema, e especialmente a forma como tudo até hoje foi conduzido pelo MTE.

É bem possível que a decisão política que estamos aguardando há 2 anos esteja próxima de ser tomada. Mas agora, há um “tempero” especial, pois, segundo noticiário, este terceiro adiamento foi ordem direta da Presidência, e não uma iniciativa do Ministro Lupi como os 2  anteriores.

E de fato já passou da hora de alguém mais consciente assumir o comando. A decisão, agora sabemos, será política. Mas haverá ao certo alguma análise sobre como uma portaria ministerial, com jeitão de lei, causou tanta controvérsia. E esperamos que esta análise seja técnica e isenta.

E  se assim for, será menos ruim. Porque ficarão evidentes os erros técnicos, jurídicos e administrativos cometidos na concepção da Portaria e dos equipamentos REP, que há 02 anos prejudicam as empresas e trabalhadores brasileiros. E este fato é que faz com que a 1510  tenha perdido também a sustentação política necessária para ser mantida:

Como é possível se fazer um ”bolo” sem receita?

Sim! Os equipamentos REP são uma experiência trazida pela portaria 1510. E sabemos que eles não foram contemplados por uma pré-análise técnica. E tudo foi sendo levado segundo os interesses de momento. O equipamento deveria ter uma homologação de conformidade, mas apesar do “bolo” pronto, a “receita” (norma técnica) não existe até hoje! A consequência é que quem compra tais produtos tem tido uma tremenda indigestão. Com o uso, vê-se que eles sequer cumprem os requisitos técnicos impostos na 1510. São inúteis ao que se propõe.

Parece que deste batuque já saiu até panela amassada, e a Sinhá continua mandando seu recado:

Batuque na cozinha (dela) ela não quer!

131 Respostas to “Batuque na cozinha…”

  1. Rogério Souza

    on setembro 12 2011

    O Bolo precisa ter certas características e sabores, porém me parece que você quer a receita completa para não precisar investir em desenvolvimento, como até hoje não o fez. A presidenta foi pega de surpresa e com pouquíssimo tempo para análise, apenas solicitou o adiamento por 30 dias para tomar conhecimento efetivo de todo o processo. Durante esse tempo já ocorreu um movimento intendo da base governista no senado, a favor da portaria 1.510. Estou certo que com a articulação política das centrais sindicais, especialmenmte da CUT, a portaria deve permanecer.
    Enquanto isso, vá desenvolvendo a sua própria receita.

  2. autor

    on setembro 12 2011

    Rogério Souza,
    Com o merecido respeito, sua interpretação é um equívoco!
    O MTE exigiu Certificação de Conformidade dos REPs.Significa que os equipamentos devem cumprir exatamente com os requisitos técnicos especificados. Ocorre que a Portaria 1510 não é uma Norma Técnica. A portaria é insuficiente e errônea. Os órgãos certificadores, cada um a seu jeito, estabeleceu procedimentos para atestar os tais equipamentos. E saiba que estes procedimentos não são uniformes entre os certificadores. E saiba também que estes procedimentos já foram mudados diversas vezes. O resultado? Os equipamentos não foram avaliados quanto ao cumprimento dos requisitos da P1510. E de fato na prática eles não funcionam como deveriam.
    Deu no que deu! Cada um com sua receita, tentando acertar o gosto do Ministério neste bolo… Ninguém conseguiu fazer a receita certa! Que desastre! Quanto desperdício de tempo, ingredientes, cozinheiros, energia…

    Outro equívoco: As centrais sindicais não defendem a portaria. Isto não é fruto da reinvindicação das centrais. Elas apenas apoiaram o Ministro. Resta saber: até quando???

  3. Clotilde

    on setembro 13 2011

    Rogério,

    Enquanto os fabricantes vão desenvolvendo suas próprias receitas, como você sugeriu que o “autor” fizesse, sem uma receita do “chef”, nós compramos um bolo que não cresce, porque agora foram descobrir que na correria usaram os ingredientes errados.
    Somos os inocentes que acreditaram na pressão feita para adquirir rapidamente o equipamento antes que viesse a fiscalização e multasse quem estivesse irregular!!!!
    Meu bolo está aqui e estou esperando pelos “cozinheiros” chegarem à uma conclusão…
    Estamos cansados desta pressão dos fabricantes para enfiar goela abaixo o relógio. São “n” e-mails que recebo avisando que meu prazo está se esgotando e que logo seremos multados se não adquirirmos o REP.
    Autor, parabéns pela sua coragem em ir adiante naquilo que defende e com propriedade, pois não fica falando de coisas que imagina ou que vê de longe, você se aprofunda! Sucesso!

  4. Julberto Garrido Junior

    on setembro 13 2011

    Clotilde, conheço muito cozinheiro que com pouco faz muito, e voce há de convir comigo que BOLO é BOLO, o importante é o resultado final e não os meios, o que temos que ver é se este “final” atende as necessidades… simplicidade, respeito e honestidade é que fazem um bom “BOLO”… o problema é que voce comprou o equipamento errado da revenda errada, picaretas tem em todo lugar, procure direito, e voce vai ver que nem todo mundo que fabrica ou revende é ladrão e safado. Não generalize, não é porque a solução que voce comprou é uma droga que nenhuma mais pode funcionar de acordo. Agora Marketing todo mundo faz, acredito que não tenham colocado uma arma na sua cabeça para que voce assinasse o contrato de compra do seu equipamento, mes passado tinha uma caminhonete F250 com uma faixa enorme na beira da estrada no norte do paraná escrito> “Comprei um sonho, mas recebi um pesadelo.”… Será qeu todas as F250 do Brasil são ruins? Será que a FORD com “100 anos” de mercado é tão ruim? .
    Em que a portaria poderia mudar? Tecnicamente qual a sua sugestão?

  5. Rogério Souza

    on setembro 13 2011

    Concordo Julberto. Em dois anos este site e seu autor não conseguiram construir uma alternativa de regulação do mercado de ponto eletrônico no país. É lógico que defendem que nada mude, que fique tudo como era antes da portaria.

    Prezado autor, é lógico que discussão sempre é bom, mas qual a sua opinião sobre um sistema alternativo ao REP ? Vamos debater tecnicamente como vc gosta, sobre um sistema protótipo proposto por você.

  6. autor

    on setembro 13 2011

    Rogério,
    Ficamos felizes com sua participação.
    Apesar de vermos que sua opinião continua inflexível, o respeitamos. No entanto nos opomos a seus conceitos. A portaria 1510 não trouxe mudanças, mas trouxe dúvidas, incertezas, discórdia, prejuízos.
    O nosso forum foi criado para abrir o canal de discussões. Não faz parte de nossas pretensões conceber produtos ou promovê-los. Isto tiraria crédito de nosso trabalho.
    Quanto à Portaria 1510… Ela era necessária? Bom… isto também não foi estudado. É preciso saber se a sociedade deseja uma regulamentação destas. Não dá para conviver com achismos.
    O estudo do Dr. Hélio Zylberstein já exposto no link http://www.relogio.deponto.com.br/o-novo-ponto-eletronico-serve-para-que-mesmo/, nos mostra que a necessidade era nula, do ponto de vista das ações trabalhistas. Qual era o motivador, afinal? O REP parecia ser a “salvação da lavoura”! Mas qual era o problema afinal? E qual o tamanho deste problema? O esforço seria proporcional ao resultado a ser alcançado? Não há respostas concretas até hoje…

  7. Julberto Garrido Junior

    on setembro 13 2011

    Caro autor, vamos começar do zero para que eu possa entender melhor, partindo-se do principio que toda ação trabalhista é nula e inconstitucional, que outro método que não o REP seria capaz de solucionar o problema? Não esotu aqui dizendo que o REP é o salvador da pátria, mas ao meu ver juridicamente ele foi muito bem concebido, tecnicamente eu reitero minha opnião, ele precisa amadurecer, mas para isto tem que estar em uso para que possa evoluir… Tem alguma opnião sobre quais alternativas temos para solucionar o entrave jurídico que encorre em todas (todas sem excessão) ações trabalhistas?

  8. de

    on setembro 13 2011

    Amigos, essa semana tive a certeza que esta protaria não adianta nada,pois meu amigo tem uma empresa com 40 funcionarios e ele comprou um REP de R$ 5000,00 de uma empresa muito famosa por sua qualidade em relogios de ponto e eu fui conhecer o relogio realmente é inclivel e o melhor é que meu amigo me contou que pagando apenas 500,00 reais a mais para o tecnico do relogio ele recebeu de blinde uma chavinha e um manual de como abrir e alterar o inclivel Rep sem que ninguem suspeite, assim podendo deixar todas as marcações iguais as do espelho de ponto caso necessite, ou seja nada é inviolavel, pode se fazer milhares de leis, mas todas tem um jeito de violar, basta querer, e é esta´portaria pelo jeito é muito simples de ser violada,pois se um Rep de 5000,00 da para fazer isso imagina em Rep de 2000,00 o que se da para fazer!!!!!

  9. APARECIDO

    on setembro 13 2011

    Prezados Senhores Rogério e Julberto

    Vocês querem achar uma solução então? Vamos lá.

    A minha sugestão é à seguinte: As alterações no Software foram perfeitas, portanto, o REP não deveria existir, ou seja, valeria todos os Relógios do mercado, inclusive o Relógio que roda em computador e que assombra demais vocês que são fabricantes de relógio eletrônico, afinal, o REP passou a existir com o objetivo de eliminar fraude e todos nós sabemos que ele não elimina.

    No lugar do REP o MTE faria propagandas incentivando a denuncia por parte dos empregados através de um 0800 da vida, afinal, a parte mais interessada é o empregado e em segundo o MTE.

    Semelhante a SEFIP, os empregadores ficariam obrigados a enviar mensalmente ao MTE uma cópia do arquivo das marcações extraído diretamente do Relógio. Qualquer empregado, através do seu PIS poderia consultar as suas marcações e o seu espelho de ponto do período que quisesse acessando o site do MTE da sua própria casa quando precisasse, assim não seria necessário o gasto absurdo de papel (comprovantes) que dificulta a vida do empregado no momento da prova, pois é muito fácil perder este comprovante. As vantagens seriam grandes, sendo que a própria fiscalização poderia ser feita a distância. Ao receber uma denúncia o MTE poderia solicitar os espelhos de ponto de um ou mais funcionários para a empresa os quais ele poderia confrontar com o arquivo original do Relógio que ele tinha em posse. Em caso de alguma divergência entre o arquivo das marcações e o espelho o MTE poderia intimar a empresa para que seja justificada a tal divergência. Percebam que em duas etapas da fiscalização não houve gasto de deslocamento do fiscal, pois tudo pode ser feito através de analises entres o arquivo e o espelho. O fiscal só partiria para uma visita na empresa, em caso de não convencimento, onde ele procuraria ouvir testemunhas até que se chegasse a uma conclusão definitiva. Já imaginaram que pratico e econômico seria para o país? O problema é que não é praticidade e nem economia que eles querem.

    E eu fico aqui enojado com este Ministro e estes governantes.

    Sds,

    APARECIDO QUEIMAREP

  10. autor

    on setembro 13 2011

    De,

    Gostaríamos de obter maiores detalhes deste caso. Se possível, identifique-se na parte CONTATO do site. Daremos retorno.

  11. autor

    on setembro 13 2011

    Amigo Julberto,
    As ações trabalhistas existem e existirão independente do REP. A nossa opinião é de que o REP em uma empresa (especialmente as pequenas), pode causar até maiores demandas trabalhistas. E com maior complexidade. O REP não foi bem concebido. E é por isto que após 2 anos de insistência o MTE não consegue fazê-lo “colar”. Quer seja porque a P1510 não entra em vigor, quer seja porque a maioria das empresas retrocedeu aos registros manuais e mecânicos.
    Quanto aos problemas jurídicos, ressaltamos que eles são ínfimos (relativos a fraude em ponto eletrônico). E um equipamento, amigo, nunca vai resolver qualquer entrave jurídico.

  12. autor

    on setembro 13 2011

    Aparecido,

    Obrigado pela contribuição. Pertinente a sua posição.

  13. Denilsom

    on setembro 13 2011

    Amigos esta semana tive a certeza que esta portaria não serve para nada pois um amigo que possui uma empresa, comprou um Rep de R$ 5000,00 de uma empresa muito famosa por sua qualidade na fabricação de relogios de ponto, até ai tudo normal, o incrivel é que com mais 500,00 que ele deu para tecnico a pedido do mesmo que foi instalar o Rep, ele recebeu uma chave e um manual de como abrir e modificar a memoria do tal Rep caso seja necessario para deixar os dados da memoria do Rep iguais aos do espelho de ponto ( ja que os programas de tratamento permitem alterações desde que se coloque uma justificativa) ou seja fica tudo na mesma com o Rep ou com um relogio de ponto eletronico tradicional, pois na minha opinião nada é inviolavel ainda mais em nosso pais, basta vc querer….se em um Rep de 5000,00 se consegue fazer isso imagina um Rep de 2000,00….não adianta nenhuma portaria ou uma lei, nada vai mudar, tudo depende da honestidade dos empregadores e dos funcionarios, pois aqueles que agem com má fé com certeza continuaram do mesmo jeito com ou sem Rep…. e os empregadores que fazem tudo certo não podem pagar pelo erro dos outros!!!!!!!!!!

  14. autor

    on setembro 13 2011

    Denilson,

    É isto mesmo: A portaria 1510 penaliza os bons!

  15. Jonas K.

    on setembro 13 2011

    Certa vez enviei um comentário aqui para este site, e o autor respondeu dizendo que publicaria após sua “equipe” verificar a veracidade da notícia. A notícia era verídica porém nunca foi publicada pois era favorável à Portaria 1.510. Pois bem, o site verificou a veracidade do relato do Sr. Edmilson ? Aposto o que quiserem que esse relato é falso pois quem sabe a forma como ocorrem as certificações veria que isto é impossível.

  16. autor

    on setembro 13 2011

    Jonas,

    Não conseguimos localizar nenhum comentário seu retido em análise. Poderia nos ajudar a identificar?
    Quanto ao Denilson, não é notícia. É opinião. Com certeza a informação será verificada.

  17. Paulo Pinto

    on setembro 13 2011

    Boa Noite
    eu sou de campinas , conheci este site esta semana e Gostaria de parabenizar a todos pelos comentarios e discussões expostos no site, pois trazem informações que são de grande ajuda, alem disso é muito legal esse tipo de site que traz debate.
    A minha opinião qto a portaria e a mesma da maioria das pessoas deste site, que ela precisa ser cancelada ou modificada, na empresa que trabalho utilizam o Rep desde o meio do ano passado e la são 3 rep, só la é assim os rep funcionam 3 semanas dão problema vão para manutenção voltam depois de 1 mês, funcionam mais uma semana dai quebra de novo, esta sendo assim desde o inicio, então qdo ele esta manutenção usamos o relogio eletronico tradicional, então não vejo nenhuma vantagem em ter o Rep nem para os funcionarios nem para os empregadores.
    Vi no comentario acima sobre fraudes na memória do rep, não sei se é verdade em algumas reuniões de Rh que participei também ouvi alguns comentarios a respeito dessa facilitação que alguns tecnicos dizem fornecer sobre a memoria do rep. Bom mas não duvido que isso aconteça. Ja fimos cada coisa nesse pais. Origado a todos

  18. autor

    on setembro 14 2011

    Paulo,

    Em contato com o Denilsom não conseguimos atestar a veracidade de sua narrativa. Aguardamos maiores informações, caso ele consiga providenciá-las para nós todos.
    Obrigado por participar conosco.

  19. Julberto Garrido Junior

    on setembro 14 2011

    Em caso de manipulação dos dados diretamente na memória do REP o Fabricante responde juridicamente, para isto o mesmo tem que se cadastrar antes de produzir, o Termo de RESPONSABILIDADE técnica não recebe este nome atoa… Vamos ser sensatos… responderão o empregador por ter alterado e o fabricante por permitir que isto seja feito.

    Com relação as ações trabalhistas, elas não são infimas não senhor autor… elas existem ao milhares… e TODAS estas milhares de ações, independente da reclamação, hora extra, espelho de ponto, férias… TODAS… TODAS são inconstitucionais e nulas!!! É isto que tem que ser resolvido! Procurem saber mais a respeito da NULIDADE E INCONSTITUCIONALIDADE de TODAS as ações trabalhistas…

  20. Julberto Garrido Junior

    on setembro 14 2011

    Aparecido, não seja inocente… sw nenhum resolve este problema…’basta eu pegar o TXT que sai do relógio, manipular antes de entrar no sw de tratamento, apagar tudo que ficou no relógio e VOILÁ! Tudo acertado, sem deixar rastro…
    SEGURANÇA DAS INFORMAÇÕES só se consegue via hardware… vide ECF’s, URNA ELETRONICA, TACÓGRAFOS… e são tecnologias testadsas a mais de 20 anos… até a urna vai receber marcação em papel… A Certificação pode ser furada… concordo que tenha que se mexer revista, uma normatizaçào tem que ser feita… mas não me venha com xurumelas de qeu um sw resolverá…

  21. Valdir R. Silva

    on setembro 14 2011

    Pessoal,

    O que vemos aqui é a continuidade de opiniões irreversíveis dos defensores da Portaria 1.510 e fabricantes de REP. Claro! Nenhum deles vai mudar a opinião e deixar a oportunidade de vender milhões ir pelo ralo afora, como está acontecendo.

    Não adianta dizermos aqui que a portaria ou o Rep está falho, ilegal, inconstitucional etc…mesmo provando com depoimentos de pessoas idôneas, que eles aceitarão a verdade. E a verdade é que resplandeceu para todos eles um paraíso de vendas de milhões e milhões, sem se importar se esta venda que estão tentando obrigar a todos os donos de empresas comprar é NECESSÁRIA ou não.

    Que o REP não é infalível, não precisa dizer. Qualquer equipamento está sujeito a erros, falhas simples que se tornam prejudiciais, como a simples falta de energia na empresa. Que os REPs que estão no mercado não são iguais, e deveriam ser, nem se comenta.

    Que não vai resolver o problema da FRAUDE não é o REP. Basta ver o link a seguir, que foi postado aqui pela Conceição, ( http://tn.temmais.com/noticia/8/53710/medicos_do_hc_de_botucatu_nao_cumprem_horarios_de_trabalho.htm ) para saber que o RESOLVERÁ ESTAS QUESTÕES, são simplesmente FISCALIZAÇÃO.

    A minha intenção, ao posta-lo novamente, é só para lembrar que situações como essa sempre ocorreram, e vão continuar a ocorrer em todo o Brasil. Não é o REP que vai solucionar este problema, aliás, o mais frisado pelo MINISTÉRIO DO TRABALHO!

    Situações em que o REP deixa de funcionar, varias, defeito no hardware ( comum em qualquer equipamento ) defeito na impressora ( mesmo aquelas que tem guilhotina podem ser traídas e o papel puxado antes do picote e “embuxar” tudo) etc… fará com que o REP deixe de funcionar, assim manda a portaria, e os pontos não serão registrados.

    Vão voltar acontecer os “famosos defeitos” dos relógios mecânicos de antigamente : Em que o “técnico! dizia ao empresário: — Têm que trocar a rebimbosca da parafusina! etc…etc… Muita gente pagava por um conserto que era somente uma configuração de engrenagens! Hoje vão dizer: Queimou a serial;o varistor de entrada… lá vai grana!

    É claro que os fabricantes de RELÓGIOS, desde muito tempo têm sonhado com o dia em que os RELÓGIOS VIRTUAIS seriam proibidos! É claro! Quem deseja ter um concorrente que faz o mesmo serviço, por um terço do que cobram e: MELHOR! No nosso caso, basta mudar de micro! Sem custos!

    Estamos no século das mudanças, da agilidade e proibir o uso de qualquer equipamento que possa oferecer solução para problemas como o que enfrentamos, é querer voltar para era das cavernas. Precisamos sim, desenvolver ferramentas que nos possibilitem a oferecer um serviço seguro e sempre estar aperfeiçoando esta ferramenta! Não importa se o equipamento é um micro ou um tal REP ( reprogramado e revisado)

    Só para lembrar: Ninguém falou sobre os fabricantes de bobinas para os REPs. A eles digo o seguinte: — Puxa, meus amigos, estão aí vendendo absurdo na surdina! Isso é que é ser esperto! Deixam os bichos brigarem!

    Valdir R. Silva

  22. Marco Cesar

    on setembro 14 2011

    Mais uma vez parabéns pelo site. (e também sua incrível força, pois pelo o que o pessoal está batendo a culpa dos 3 adiamentos é dele)

    Ilustrando de maneira bem clara o que eu considero uma falha e por isso não levei adiante a homologação do REP é a seguinte: Na Portaria 1510/2009, Art. 4, fala da memória MRP, que deve ser inviolável, até ai tudo bem… No Art. 17 fala do “Atestado Técnico e Termo de Responsabilidade”, e ainda em seu parágrafo primeiro diz que deverá constar neste atestado que os declarantes estão cientes das consequências legais, cíveis e criminais, quanto à falsa declaração, falso atestado e falsidade ideológica.
    O problema é que uma memória inviolável é fácil de projetar, porém uma memória infalível é inviável. As informações que recebemos de consultorias jurídicas é a de que podemos ser processados em caso de falha desta memória, ou seja, defeito no chip, fato que nenhum fabricante de REP tem controle. (Alguém já teve uma pendrive que deu problema e teve que ser formatada ou perdeu algum arquivo ou parte dele, ou sdcard, ou memória flash em geral? Reflitam um pouco…)

  23. autor

    on setembro 14 2011

    Marco César,

    Sua preocupação é bastante pertinente, e sua atitude, bastante responsável.
    Sabemos que as memórias MRP dos REP foram projetados utilizando-se a tecnologia Flash Memory. Até hoje não vimos nenhum fabricante desta memória dar garantia da retenção dos dados. Da mesma forma, os fabricantes de REP não o fazem.

    Isto também deve desvendar a todos que os comentários do Julberto acerca dos atestados dados pelos fabricantes de REP são insuficientes para garantir a guarda dos dados e dar segurança jurídica a os utiliza.

  24. APARECIDO

    on setembro 14 2011

    Engraçado Julberto, você é que esta sendo inocente e talvez de tão inocente ainda não possa notar.
    Nós estamos diante de uma situação onde não dependerá somente de equipamento para evitar fraude, foi por isso que eu falei que o Ministro deveria investir em um 0800 para que o funcionário fraudado fizesse com segurança a denuncia. Imaginemos que o REP não tivesse nenhuma falha, mas só imaginemos por que a verdade não é essa, pois bem, basta que o empregador desonesto peça aos seus funcionários para sair no horário correto, guardar o seu comprovante e voltar ao trabalho sem marcar o ponto. Vale ressaltar inocente Julberto, que a minoria dos empresários são fraudadores, sendo que a grande maioria é gente honesta que luta para manter o seu negócio em pé, apesar da broxante carga de impostos brasileira. Então, podemos construir um equipamento de última geração, com tecnologia de ponta e tudo mais, porém, se não houver a colaboração dos funcionários em denunciar, esses empresários fraudadores continuarão agindo nos bastidores.
    Para finalizar inocente Julberto, em minha opinião particular, o custo do REP não justifica o investimento, pois a minoria dos empresários é que costumam fraudar, sendo que esta porcaria de equipamento penaliza muito a grande maioria dos empresários que são honestos e dá menos resultado que um 0800, pois infelizmente a fraude continuará existindo com ou sem o REP.

    Um abraço de porco espinho pra ver se você acorda!

  25. Rodrigo Dallagnolo

    on setembro 14 2011

    Prezados,

    Há dois tipos de fraudes, aquela que ocorre com a anuência do trabalhador e portanto é do seu conhecimento, e aquelas em que o trabalhador nem sabe que foi roubado. Para o segundo caso, que é maioria absoluta, o REP funciona muito bem e não adianta 0800 pois o trabalhado não tem conhecimento da fraude.

  26. autor

    on setembro 14 2011

    Rodrigo,
    Primeiro, seria necessário crer que um número expressivo de empresas cometesse este terrível tipo de fraude: o roubo de horas. Não cremos ser real.
    Depois, que um bom volume dos funcionários destas empresas não percebesse por ignorância ou distração. Hoje em dia, isto é raro.
    Assim, depois de tudo isto, se chegássemos a um número ainda expressivo, acreditar que estas empresas OPTASSEM pelo REP. O que também não é possível crer. Quem deliberadamente comete estas fraudes vai se livrar do REP usando ponto mecânico.
    Como se não bastasse, o REP não funciona muito bem. E… por exemplo, pode ter sua impressora desabilitada inibindo a impressão do ticket! Tudo isto sem violar o REP! Ora, para quem frauda como você sugeriu, e tem funcionários tão distraídos… a falta da impressão do ticket nem deverá ser notada!
    Resultado prático da portaria 1510 e de seu maravilhoso REP para inibir a mais cruel das fraudes: quase nenhum!

  27. APARECIDO

    on setembro 14 2011

    Perdão Rodrigo Dallagnolo, mas em que mundo você vive?
    Você esta nos dizendo que tem funcionário que faz horas extras, não as recebe e nem se quer fica sabendo que tem direito de recebê-las?
    Pro seu governo, os funcionários já não são tão ingênuos assim, o conhecimento dos direitos trabalhistas foram muito bem divulgado nos últimos anos e todo trabalhador sabe dos seus direitos, se abusar, sabe até mais que muitos advogados trabalhistas por aí. rsrsrsrsr.

    APARECIDO

  28. Julberto Garrido Junior

    on setembro 15 2011

    É Aparecido… minha inocencia vem da vivencia do fundão do Paraná… do Pontal do Paranapanema… vc é piloto de cadeira ou vai até os clientes? E o que o Rodrigo falou, eu endoço, acontece e muito, vai dar uma voltinha… saia de perto dos seus empresários quase beatificados, vá descobrir o Brasil das falcatruas… INOCENTE Aparecido… muito INOCENTE….

  29. Julberto Garrido Junior

    on setembro 15 2011

    P.S. Eu tenho REP a venda por 15% a mais que o equipamento antigo, vendo pelo BNDES, pego o seu antigo a base de troca ou converto ele em uma catraca para lhe ajudar no controle de acesso da sua empresa.
    Apesar de que acho que sua empresa não precisa de controle de acesso, lá todo mundo respeita o quadro de horários… todo mundo é bem intencionado…

  30. autor

    on setembro 15 2011

    Julberto,

    Quais eram os valores praticados por sua revenda antes da portaria? E depois dela?
    Quantos relógios eletrônicos vendia em média antes mensalmente? E hoje?
    E quanto aos cartograficos. Como era antes? Como é hoje?

  31. APARECIDO

    on setembro 15 2011

    É Julberto!
    Eu ja visitei muitos clientes na minha vida e lamento que hoje seja difícil visitar todos, pois eu tenho mais de 3000 espalhados pelo Brasil. Apesar disso, eu uso da tecnologia e estou sempre me comunicando co eles, e alertando os mesmos para tomar cuidados com micro empresários desleais que tem de monte no noso país, como por exemplo, alguns vendedores de relógio de ponto que fazem de tudo para desovar o que comprou. Em 2009, mesmo sabendo da Portaria alguns revendedores de Relógio de Ponto enganaram por um bom tempo os empresários, pois se eles não estavam sabendo da mudança eram convencidos a comprar o modelo antigo. Agora o senario não mudou, pois mesmo sabendo que o REP está na UTI e que a solução sera desligar os aparelhos, continuam empurrando o tal REP sem dó de quem comprar.
    Tem razão Julberto! Você não é nenhum pouco inocente!

    Sds,
    APARECIDO

  32. Julberto Garrido Junior

    on setembro 15 2011

    Sr autor, o preço eu posso lhe garantir que é 15% maior, se me permitir eu divulgo os preços aqui (não sei se posso por se tratar de um blog, mas com sua autorizaçào sem problemas). Posso lhe dizer aumentei o parque anteriormente instalado, e estou com as vendas bem baixas no momento, mas acredito que tudo se normalize com a portaria em vigor, de 1998 a 2009 eu nunca havia vendido um unico cartográfico (tenho aversào a este equipamento), de 2009 a 2011 (set) foram vendidos 58 unidades algo entre 5 a 10% do total.

  33. Julberto Garrido Junior

    on setembro 15 2011

    Isto mesmo sr Aparecido, não sou inocente, sou honesto. Talvez por isto eu tenha feito 2 workshops com meus clientes (106 empresas presentes em um e 88 no segundo), mais 1 com os contadores e advogados da região (55 pessoas presentes), talvez por isto tenha feito 3 visitas ao posto do MTE para discutir o monento, a portaria e o método de fiscalização. Sou honesto porque rodei 4300Km em busca de novas soluções, testei 11 modelos antes de fazer minha opção de venda. E talvez pela minha honestidade eu não tenha clientes pelo Brasil todo, mantenho minha área de atuação em 150Km de raio, assim mantenho um assiduo contato olho no olho com meu cliente, “sinto” de verdade quais são seus anceios e aflições, poderia ter lavado a égua com contratos com o poder público, mas faço questão de não te-lo como cliente salvo 4 situações, e vendi meu preimeiro REP em Agosto de 2010, mesmo tendo em mãos desde Maio. Fique a vontade para ampliarmos a discução INOCENTE e cheio de clientes pelo Brasil Sr Aparecido.

  34. autor

    on setembro 15 2011

    Julberto,

    Veja se entendemos:
    Suas vendas de relógios eletrônicos estão 15% acima do que costumava vender antes da Portaria.
    As vendas de cartográfico eram 0% antes e hoje representam até 10% de suas vendas.
    Você vende cartográficos chineses ou nacionais? Qual o percentual de cada?

  35. Julberto Garrido Junior

    on setembro 15 2011

    Vamos organizar, meu numero de clientes aumentou não citei o quanto, 15% é o incremento no preço do REP em relação ao relógio antigo, os equipamentos cartográficos que revendo são adquiridos no mercado interno do meu parceiro de 13 anos, este equipamento já era vendido antes do REP, não sei lhe dizer se é ching ling, acredito que não. E a minha venda de REP não está 15% acima do que costumava ser, o mercado encontra-se aquém do esperado, justamente por causa dos adiamentos.

  36. autor

    on setembro 15 2011

    Ah sim, Julberto. Agora veja se compreendemos:

    Suas vendas de relógios eletrônicos caíram após a Portaria, muito embora os preços só tenham, segundo sua prática, aumentado apenas 15%. Não sabemos o percentual desta queda.
    As vendas de cartográfico eram 0% antes e hoje representam até 10% de suas vendas. Pelo seu site, verificamos que o modelo cartográfico deve ser chinês sim. Mas ele agora é importado pelo seu parceiro (fabricante) nacional.

    Estamos errados se pensarmos que você, até o momento, está tendo prejuízos desde que a Portaria 1510 foi editada?

  37. Antonio Soares

    on setembro 15 2011

    Julberto, se não houver um arquivo TXT no processo o software pode garantir a segurança sim.
    Caso o registro da marcação seja transmitido em tempo real para um software com trilha de rastreabilidade a integridade do processo fica garantida.
    Claro que será necessário definir processo de contingência, mas isto também existe no REP, que não funciona em caso de falta de papel ou falte energia. Contingência existirá sempre, em todos os sistemas.
    Usar arquivo TXT para transferência de dados é coisa muito antiga (o que em tecnologia significa 10, 15 anos). Só sistemas muito primários ainda usam isto.
    A Portaria 1510 acertou tudo no que diz respeito ao software. Mas faltaram duas coisas fundamentais: (a) medir a extensão do problema para poder dimensionar a necessidade da solução e (b) entender mais dos recursos modernos de informática. A 1510 foi feita com visão técnica dos anos 80-90 e uma crença metafísica na infalibilidade do hardware.
    Um último detalhe fora do tópico, mas que convém abservar por amor ao vernáculo: se escreve anseio e não anceio.

  38. Rubens Cavalieri

    on setembro 15 2011

    Apenas um sistema com catracas protege o trabalhador e os empregadores. No exemplo do hospital do interior de SP são os empregadores que roubam o empregador (no caso nós todos, pois é uma empresa pública). Mas também há o caso dos empregadores que roubam os empregados fazendo-os marcar e voltar a trabalhar. Com catracas nada disso seria possível. Porque o MTE proibiu a marcação do ponto nas catracas é algo que não consigo entender. Agradeço a quem puder me explicar.

  39. autor

    on setembro 15 2011

    Antônio,
    Obrigado por nos trazer suas experiências.
    Continue conosco na discussão.

  40. autor

    on setembro 15 2011

    Rubens,

    Muitas ações do MTE não são compreensíveis, pois não possuem um olhar técnico correto.
    Mas ainda bem que aqui encontramos pessoas de boa experiência no mercado que trazem contribuições aos leitores, dando credibilidade a este forum.

  41. Rubens Cavalieri

    on setembro 15 2011

    Me disseram hoje que uma empresa criou um novo cargo: “Fiscal do REP”. É uma pessoa que fica na frente do REP orientando aos trabalhadores a só marcar o ponto cinco minutos antes do horário.
    Antigamente o relógio bloqueava, mas agora é uma pessoa. O mais interessante é que isto é legal, visto que a empresa pode gerenciar seus trabalhadores.
    Percebe-se, então, que o REP criou a catraca humana. Palmas ao MTE que está humanizando o ambiente laboral e contribuíndo para a melhoria das relações do trabalho no Brasil. Com a catraca mecânica não dava para bater um papinho, comentar sobre o jogo de ontem, falar mal dos ausentes, etc. antes de chegar a hora de entrar na empresa. Agora temos um novo ambiente de saudável convivência nas nossas empresas. Muito bom!
    E este blog que achava que o REP não servia para nada …

  42. autor

    on setembro 15 2011

    Rubens, já tivemos oportunidade de presenciar situação similar a esta.
    A diferença é que esta função sendo cumprida sem automação, acirra os ânimos, prejudica o ambiente de trabalho.
    Mas… bem humorado o seu comentário.

  43. Antonio Soares

    on setembro 15 2011

    Como o autor me encorajou a continuar na discussão, eu queria observar ao Julberto que existem dezenas de milhões (não é um número chutado, são dezenas milhões sim) de sistemas de comunicação de dados seguros e protegidos no mundo. Estes sistemas transmitem dados entre computadores e em alguns destes sistemas, como nos sistemas bancários e os que trocam informações militares, existe uma significativa e ininterrupta força opositora tentando quebrar a segurança da tranmissão com pouquíssimos (ínfimos mesmo) casos de sucesso. Fica claro então que é possível proteger as marcações em seu trajeto relógio de ponto – computador.

    Lembrando que a dimensão da segurança é proporcional à dimensão do dano, assim que não seria necessário imitar os sistemas do Pentágono para conseguir uma segurança muito razoável e maior que a do REP.

  44. autor

    on setembro 15 2011

    Antônio,
    Obrigado por contribuir. Sinta-se sempre encorajado por nós.

  45. Rubens Cavalieri

    on setembro 15 2011

    Claro que você tem razão, autor. Eu estava sendo irônico. Porque quando me contaram a incredulidade do que eu ouvia me fez rir. Mas a verdade é que a situação é trágica.

  46. autor

    on setembro 15 2011

    De fato, Rubens!
    Tem prejudicado a muitos. Em alguns minutos publicaremos um post que evidencia isto. Fique atento e nos ajude a discutir no alto nível que vem mantendo aqui. Obrigado.

  47. APARECIDO

    on setembro 15 2011

    Senhor Julberto

    Eu disse que seria humanamente impossível eu visitar todos os meus clientes, porém, tenho uma equipe de empresas parceiras que me representam e que fazem o trabalho olho no olho em cada região do nosso país. Hoje, se você não tiver uma solução boa, um bom suporte tecnico, uma solução completa e ao mesmo tempo amigável e principalmente ser verdadeiro com o seu cliente, fica difícil se expandir para o Brasil todo.
    Nunca fui a favor do REP principalmente por achar que ele não é necessário e nem eficiente contra fraudes. Eu poderia ser ganacioso vendendo para a maioria dos meus clientes, contudo, sempre trabalhamos do lado da verdade e desde do início da Portaria oriento os meus clientes a não adquirirem o REP enquanto tudo não estiver claramente definido. Hoje, muitos deles enviam e-mail agradecendo o meu apoio, pois sem ele, talvez muitos teriam sido engambelados por um vendedor de relógio qualquer.
    Quantos REPs você vendeu?
    Quantos Relógios Eletrônicos do modelo anterior ao REP você vendeu após a divulgação da Portaria?
    Mas é pra falar a verdade hem!

    Sds,

    APARECIDO QUEIMAREP

  48. autor

    on setembro 15 2011

    Aparecido,
    Seus comentários sempre contribuem. Mas pedimos que direcione suas energias ao REP e à Portaria. Assim coordenamos melhor as discussões.
    Obrigado por ajudar.

  49. APARECIDO

    on setembro 16 2011

    Bom dia Autor!
    Concordo contigo e peço desculpas pelo desvio.
    Julberto, não mais responderei as suas perguntas e desconsidere as minhas. Não podemos perder o foco que é a Portaria e o REP.

    Sds,

    APARECIDO QUEIMAREP

  50. Julberto Garrido Junior

    on setembro 16 2011

    O tamanho da minha empresa, ou a quantidade de equipamentos que vendo ou vendi não agregam valor a discução, caso queira solicite meu email ao autor, assim em pvt posso matar sua curiosidade.

  51. Julberto Garrido Junior

    on setembro 16 2011

    Caro sr Antonio Soares, vamos romper os lacres de todos os hardwares que usamos, já que não precisamos deles para a segurança das informações, comece pelo seu hidrômetro, pelo medidor de energia, passando pelas bombas de combustível e assim por diante… Transmissão de dados segura é uma coisa, COLETA segura é outra completamente diferente. Sempre compactuei com a opinião do blog que a parte técnica da portaria não é confiável, dos 27 modelos a disposiçào, metade deles nào serve nem para usar como despertador, só não acho justo condenar a portaria como um todo, espancar… espancar e nào dar solução.

  52. autor

    on setembro 16 2011

    Julberto, Não cabe a nós aqui uma solução. E se há metade dos REP que assumidamente por você não servem para nada… Imagina! Penalizar quem não sabe disto e continuar vendendo… Amigo, o mercado é feito de muito pouco conhecimento técnico aprofundado. Isto ocorre até mesmo entre as revendedoras. O que espanta é o descaso para um problema que é de relação de consumo para as empresas. Achamos que o governo deve ficar atento a isto!

  53. Julberto Garrido Junior

    on setembro 16 2011

    Caramba! achei que nunca fosse concordar com uma resposta completa do autor… mas o dia chegou!
    Tenho que me render a resposta anterior… NORMATIZAÇÃO da parte técnica e da certificaçào… da minha parte… 95% dos problemas da portaria como um todo se resumem a isto…

  54. Julberto Garrido Junior

    on setembro 16 2011

  55. autor

    on setembro 16 2011

    Julberto, creia… os problemas estariam resolvidos se houvesse uma norma técnica previamente definida. Por isto é que dizemos: não há remendo. É necessário começar do zero e fazer tudo corretamente.
    E eu vejo assim: estamos no mesmo barco. Se cada um remar para um lado, o barco não sai do lugar. Seria importante somarmos força, expormos os problemas, para que houvesse sensibilização, e por consequência solução.
    Contamos com você. Passe a idéia adiante!

  56. Antonio Soares

    on setembro 16 2011

    Caro Julberto,

    Eu comentei sobre a transmissão de dados porque você havia dito aqui neste excelente blog que bastava modificar o arquivo texto do relógio de ponto para criar uma fraude perfeita.

    Você está certo, mas o caso é que não precisamos mais de arquivos texto para transferir dados. Há um bom tempo atrás o CPD (era o nome que dávamos ao TI, que agora começa a se chamar TIC) onde eu trabalhava dizia que nós transferíamos informações via protocolo DPL/DPC (disquete para lá / disquete para cá). Mas isto já acabou.

    Outro dia jogamos fora uma tonelada de disquetes, deu a maior pena, pois aquela era uma época boa. O MTE ainda não tinha entrado na nossa vida e eu era feliz e sabia disso. Naquela época o MTE ainda se chamava MT e antes de falar o Ministro conferia com o Presidente, com os Sindicatos, com o Congresso, com as Patronais se estavam todos razoavelmente de acordo. Hoje ele fala primeiro, depois ele tenta entender o que falou e mais tarde descobre que tem que “desfalar”.

    Quando você mencionou arquivo texto foi isto que me ocorreu e daí eu disse que é possível transferir informações entre dois equipamentos de forma muito segura.

    Claro que sempre será possível fraudar a máquina numa das pontas de uma transmissão de dados, ou até mesmo em todas as pontas. Segurança absoluta não existe e isto todos sabem, com a honrosa exceção do pessoal da SIT do MTE. A boa notícia é que o dia que eles vão descobrir isto está cada vez mais próximo.

    No entanto é possível dificultar muito a fraude, com mecanismos de segurança. Considerando que a segurança nunca pode custar mais caro que a fraude.

    A meu ver o problema do REP nem é a fraude. A meu ver o problema do REP é a ausência do problema que ele se propõe a resolver. Dos milhões de empresas do Brasil apenas algumas fraudam o ponto de forma lesiva ao trabalhador (porque existe muito acordo de hora extra paga por fora que não lesa o trabalhador e sim o fisco e que por isto mesmo é impossível de ser detectado, visto que ambos os lados são cúmplices no roubo a um terceiro ausente, que depende da denúncia de um dos lados para agir) e estas não vão optar por colocar a cabeça na forca. Estas comprarão relógios cartográficos chineses. Todos concordamos com isto não é mesmo?

    Os nossos irmãos orientais estão cada vez mais felizes e eu soube hoje no agradável almoço que tive com um bom amigo, revendedor de relógios de ponto, que tem um chinês vindo para cá mês que vem assuntar o mercado.

    Um bom fim de semana para você. Vamos deixar o REP de lado pelo menos até a segunda feira.

  57. autor

    on setembro 16 2011

    Antônio Soares,

    Excelente nível de comentário.
    Obrigado por ajudar. Bom fim de semana a todos.

    E para quem ainda não acessou nosso novo post… http://www.relogio.deponto.com.br/mitos-e-verdades-sobre-a-portaria-1510/

    Aguardamos comentários.

  58. Julberto Garrido Junior

    on setembro 16 2011

    Antonio, posso ter sido inocente na interpretação do texto do Desenbargador Vargas, mas entre outras coisas o REP faria a inversão do onus da prova e daria ares de constitucionalidade na questão da salvaguarda das informações, e não somente ajudaria na questão das fraudes, a essência da portaria ao meu ver é muito mais ampla, reitero minha posição, a intenção da portaria é muito boa, ela como um todo é aceitável (salvo alguns pontos) mas o REP TECNICAMENTE tem muito a evoluir. Só não acredito que a melhor solução seja começar do zero… EU pessoalmente daria responsabilidade e cobraria a quem é de direito, quem fez REP ruim vai ter que arcar… quem vendeu este mesmo REP ruim vai junto… e assim por diante… o que mais me incomoda no REP foi a margem a pilantragem que ele deu…
    P.S. Quando falei em mudar o TXT estava trazendo a tona o lado didático da coisa, sabemos que dá pra fazer muito mais que isto se for para avacalhar com as informações…

  59. autor

    on setembro 19 2011

    Julberto,

    Ocorre que o MTE não criou só um REP tecnicamente falho. Imputou obrigações a todos, baseados em um REP falho, em homologações não confiáveis. E é por isto que deve-se começar do zero sim. Somente com discussões técnicas sérias, envolvendo também o setor empresarial (incluam-se aí fabricantes e revendedores) é que conseguiremos algo que realmente seja aceito.

  60. Antonio Soares

    on setembro 20 2011

    Caríssimo Julberto: o Desembargador Vargas, ou qualquer outro, por mais iluminado que seja, não tem o poder de definir o que o ilustre juiz aceitará ou não como prova num julgamento.

    Infelizmente não guardei o local da citação, mas um juiz do TST comentou a Portaria dizendo que o comprovante do REP seria mais um elemento de prova a ser usado pelas partes.

    Veja bem: mais um elemento de prova, junto com os demais elementos arrolados pelas partes. Provas que afiancem ter havido coação no registro do ponto têm o poder de derrubar o comprovante como prova. Como derrubam o cartão de ponto em milhares de processos por aí.

  61. Antonio Soares

    on setembro 20 2011

    Resumo do meu comentário acima: O MTE não tem o poder de determinar como os juízes devem julgar.

  62. Julberto Garrido Junior

    on setembro 21 2011

    É por isto que a origem da portaria é a ANAMATRA e não do MTE, e a intensão é tornar o ticket uma prova cabal, e deixar o ônus da prova com quem é de direito, por isto o lacre e os termos de responsabilidade. Uma pena isto tudo ter sido feito sem normatizaçào. Não se esqueça que o Desenbargador Vargas é da Quarta Região do TRABALHO…
    Se o Sr. comprar uma mercadoria em uma loja, e a mesma vier com defeito, qual o primeiro documento exigido em caso de troca ou entrave judicial? Acho que é um pedaço se papel que pelo visto não vale de nada né? Por que será?.

  63. autor

    on setembro 21 2011

    Julberto,

    O cupom fiscal permite-se uma segunda-via. Pode-se recuperá-lo caso perdido. Os dados do ECF permitem back-up por arquivo. Tudo isto produz segurança.
    Por que no caso do REP nada disto foi pensado?
    A inversão do ônus neste caso prejudica o trabalhador. Em nosso entendimento, não há juiz que ao se deparar com um ticket apagado ou um trabalhador que o perder que irá inutilizar outras provas como a testemunhal. Concorda?

    P.s. Não conhecemos a entrevista que questionou em OFF.

  64. Antonio Soares

    on setembro 21 2011

    Julberto, até mesmo a nota fiscal é apenas um dos elementos de prova num processo.

    O juiz julga conforme a análise que faz dos argumentos das partes, que são sustentados pelo conjunto de provas materiais e testemunhais arroladas pelas partes. O comprovante do REP é mais uma prova, que pode ser usada ou não pelas partes e pode ser qualificada ou não pelo juiz, conforme a sua análise do conjunto da causa.

    A MRP do REP também é uma prova que poderá vir a ser utilizada, mas ela é de difícil usabilidade, pois demandará perícia, o que é sempre muito caro.

  65. autor

    on setembro 21 2011

    Antônio,

    Boa análise.
    Assim vemos que prova pericial poderia ocorrer de igual forma com quaisquer outros Relógios de Ponto e não somente com os REP.

  66. Julberto Garrido Junior

    on setembro 22 2011

    Antonio a falta do backup é um dos pecados do REP e concordo com voce, agora a segunda via fica na memória do relógio (e a falta de backup também é um pecado do REP), o ticket assim como a NF é parte sim de um processo, mas há de convir comigo que é uma prova incontestável do ato da venda, e esta característica baliza todo processo, dá credibilidade a descisão. Concorda comigo que o ticket também tem esta função? Agora ticket apagado… eu tenho um desde Maio de 2010 guardado comigo em perfeitas condições, fica solto aqui dentro da minha gaveta, é só usar papel correto, e não estas porcarias que estão vendendo por ai a preço de banana, em tese o Papel x suportaria 5 anos e o Papel Y 7 anos, inclusive a legislaçào do ECF com relação a papéis pegou uma carona no REP. Agora, que a auditoria na MRP é muito mais segura que nos relógios convencionais isto é fato.

    Volto a enfatizar… CONCORDO plenamente que técnicamente o REP (não a portaria toda) é fraco, testei 11 e sei o tamanho da encrenca, escolhi um que acredito atenter as solicitaçòes da portaria. Conheço um que com a MRP cheia levaria 13 dias para descarregar no pendrive do auditor, quero ver estas impressoras mirabolantes, com até 1Km de papel e quilhotina começarem a dar problemas… pergunte a quem trabalha com POS para cartão de crédito, porque as maquinhas não usam bobinas grandes e guilhotinas, veja qual EFC boa do mercado usa bobina com 400m. Entendo as limitações do REP, não concordo que fosse lançado assim, e acho que os responsáveis (fabricante, MTE… seja lá quem for) tem que arcar com estas “broncas”, só não acredito que começar do zero seja o melhor…

  67. autor

    on setembro 22 2011

    Prova incontestável?? A legislação brasileira não irá sucumbir frente à portaria 1510… Provas poderão ser sempre contestadas. Caberá ao Juiz considerá-las ou não.
    Se ao menos as homologações estivessem corretas! Mas não! Independente do REP, independente do papel… hoje TUDO é questionável em se tratando de portaria 1510. Já existem casos amplamente documentados e por isto acreditamos piamente que a Justiça Trabalhista não iria se nortear por estes “mitos” trazidos pela Portaria 1510.

    Como disse o amigo Antônio Soares, auditorias são caras e por isto mesmo de difícil usabilidade. Pra dizer a verdade… perícia técnica poderia existir também antes do REP.

    Por isto, não acreditamos que todo o problema seja só uma questão de qualidade e competência do fabricante. Embora, muitas vezes isto também influencie. A portaria 1510 é materializada no REP, amigo. E se o REP é fraco… é porque a Portaria e sua mecânica de controle foi fraca. Se você testou 11 e escolheu 1, não muda em nada o problema atual. Vale a homologação, que todos os 11 testados possuem igualmente. Isto é errado, não concorda? O consumidor está sendo prejudicado…

    Uma regulamentação que veio para uniformizar e dar garantias técnicas e jurídicas, de forma alguma poderia permitir falhas em sua concepção e nas homologações dos produtos. E isto ocorre aos montes! Infelizmente, quem está arcando com as “broncas” é a empresa compradora, o cliente, o consumidor.

    P.S. O estudo de durabilidade dos papéis térmicos em ECF precedeu aos REP. Tanto que as normas utilizadas pelo REP (COTEPE) são uma absorção do que ficou decidido para os ECF.

  68. Julberto Garrido Junior

    on setembro 22 2011

    Autor… já estou me cansando com o sr… o sr apenas retifica o que eu digo… o problema é TECNICO… resolve-se estes problemas e a portaria pode seguir seu caminho… o estudo do COTEPE segundo minha rebobinadora é anterior ao REP, mas ganhou força para ser finalizado com o advento do mesmo…
    .
    Esta discussão está ficando cansativa e massante…

  69. autor

    on setembro 22 2011

    Julberto,
    Desculpe pelo incômodo.
    Preocupamos que a informação esteja correta.
    Em tempo: O ATO COTEPE ICMS foi publicado em 04 de 11 de março de 2010. Neste momento, os REP´s ainda estavam em homologação. Sequer se tinha a certeza de qual impressora seria usada pelo mercado de fato. Com o tempo é que surgiu a discussão da durabilidade dos tickets do REP. Mas podemos assegurar a você que existe documental de clientes que guardaram seus tickets de forma adequada e os mesmos estão praticamente ilegíveis.
    Mas obrigado por contribuir.

  70. Antonio Soares

    on setembro 22 2011

    Julberto, tentando ser curtinho para não ser maçante: uma nota fiscal pode ser desqualificada como prova, caso seja provado que foi falsificada, caso seja provado que a nota é parte de um acordo que envolveu compromissos não assumidos pelo comprador, etc. Idem para o comprovante do registro de ponto: se a empresa provar que ele é falso, se o empregado provar que o registro foi feito sob coação, etc.

    Não é só a especificação técnica do REP que é falha na 1510/09. A base conceitual que justifica o processo, o arcabouço legal, e muitas outras coisas.

    O açodamento do MTE e da ANAMATRA estragaram uma oportunidade excelente de regulamentar o mercado!

  71. Julberto Garrido Junior

    on setembro 22 2011

    Tenho um aqui, impresso em papel de 7 anos com 1 ano e meio de idade, tá “jogadinho” aqui na gaveta… mas tá novinho, caso queira posso enviar…
    O mais interessante deste blog é o fato de conversar com “uma pessoa” com outras tantas pessoas por tras… o tom da conversa muda de mensagem para mensagem… tem gente educada, tem compreensiva, tem esdrúxulo, tem “Mané”, vou tentar continuar… sexta feira mesmo tava legal de levar… hoje tá complicado…

  72. autor

    on setembro 22 2011

    Julberto,

    Pense então na hipótese deste outro ticket apagadinho que temos aqui,que apesar de termos guardado da forma correta, não tivemos a sorte de mantê-lo legível. Se ele fosse necessário para eu requerer um direito a horas extras. O que iria ocorrer?

  73. Julberto Garrido Junior

    on setembro 23 2011

    Caro Sr Antonio Soares, se tudo pode ser descaracterizado, porque é solicitado então? Se nada prova nada, não entendo porque tanto papel na minha vida. Será que minha certidão de nascimento pode ter sido falsificada? Caramba! Vou investigar…
    Acho melhor pararmos de pegar tanto papel e deixar para provarmos tudo de uma vez lá na frente com um juiz, um perito e as testemunhas! Abaixo as NF’s… abaixo aos cupons… basta de papelada!

  74. Antonio Soares

    on setembro 23 2011

    Julberto, a tua leitura do que eu escrevi foi um tanto apressada.

    Eu não disse que “nada prova nada” e sim que as provas documentais e testemunhais são analisadas dentro de um contexto e podem ser descaracterizadas conforme este contexto.

    Não há a menor dúvida que você pode jogar fora a maior parte dos teus papéis e comprovantes e provar tudo com base em testemunhas e perícias. É uma estratégia válida, se bem que não me parece a mais adequada para a maior parte dos casos.

    No caso do comprovante, como ele pode ser facilmente falsificável, deverá ser muito contestado nas ações trabalhistas. Da mesma forma como um mail impresso ou um extrato de banco impressos tem pouco valor como prova, caso a outra parte o denuncie como sendo falso.

    Sobre a certidão de nascimento, veja que ela é impressa num papel especial, justamente para dificultar a falsificação. Mas no REP não se exige nenhum dispositivo anti falsificação. Nem mesmo uma simples chave hash impressa.

    Queria te dizer também que eu acredito que você entendeu bem o que quis dizer no meu comentário anterior. Tenho a impressão, que pode perfeitamente ser falsa, que você está apenas querendo manter vivo o assunto. Que você não acha esta discussão tão maçante assim como disse num comentário lá atrás. Um dia, depois que a 1510 cair de vez, o autor deveria promover um happy hour entre nós todos. Gostaria de te conhecer.

    Porque eu gosto muito de debater este assunto. Acho a arrogância e a estupidez do pessoal do MTE fascinante. Somos todos fascinados pelos extremos, não é mesmo? E eles chegaram bem perto da perfeição em termo de inabilidade técnica e política. Este ministro é talvez o pior ministro deste governo. Algo assim como “o pior entre os ruins”. E é claro que ele divide este título com a sua equipe.

  75. autor

    on setembro 23 2011

    Antônio,

    Sua sugestão é algo que já pensávamos mesmo. Tentaremos por isto em prática.

  76. Julberto Garrido Junior

    on setembro 26 2011

    Como consigo falsificar um NSR? Lembre-se que um email ou extrato bancário não provem de equipamento “lacrado” e por isto são contestados.

  77. autor

    on setembro 26 2011

    Julberto,

    Sabemos todos das falhas de homologação dos REP. Sabemos também que não há qualquer controle ou fiscalização sobre a fabricação e assistência técnica dos equipamentos.
    É por isto também que não se tem segurança nos REP.

  78. Antonio Soares

    on setembro 26 2011

    Como é possível saber que o NSR é válido lendo o comprovante? Para provar que ele é válido é preciso periciar o REP. Perícias são caras e demoradas.

    Além disso é possível imprimir um comprovante falso com o NSR copiado de um comprovante verdadeiro. A MRP estará diferente, mas como decidir qual dos dois é o correto?

  79. autor

    on setembro 26 2011

    Sim, Antonio.
    É o que achamos também.
    Some-se a tudo isto as inúmeras falhas nos REP… Como dissemos antes, ninguém tem segurança no REP, e, óbvio que as provas geradas por ele são questionáveis também.

  80. Julberto Garrido Junior

    on setembro 27 2011

    É… com voces não há argumentos… realmente fica dificil… eu achava que apenas comparando o nsr do ticket com o nsr do AFD bastaria, não hjaveria necessidade de perícia uma vez que o lacre encontra-se inviolado… coitado do povo da ECF devem sofrer pra caramba! Eu acho que voces estão procurando pelo em ovo… que há falhas na parte técnica eu também acredito que há, mas estes procedimentos de uso geral já foram testados e retestados… ninguém vai descobrir a América.

  81. Rogério Souza

    on setembro 27 2011

    “Um dia, depois que a 1510 cair de vez, o autor deveria promover um happy hour entre nós todos.”….
    Que tal promover um happy hour assim que a situação seja definida, ou seja, com a queda ou entrada em vigor do REP.

  82. autor

    on setembro 27 2011

    Julberto, entenda que o conjunto da obra está errado. Você bem sabe, pois já concorda que há falhas! Não se pode deixar a “batata quente” para o consumidor final…

  83. autor

    on setembro 27 2011

    Amigo Rogério,
    Continuamos não acreditando na segunda hipótese.

  84. Julberto Garrido Junior

    on setembro 27 2011

    Não vejo o CONJUNTO DA OBRA como errado, considero a homologação falha, isto não faz da parte, o todo. Vão pesquisar um pouco sobre ECF’s, mesmo falando que não tem semelhança alguma, eu continuo afirmando que a ECF tem tudo a ver com o REP. A propósito, tem alguém com conhecimento em EFC’s no blog?

  85. Julberto Garrido Junior

    on setembro 27 2011

    Autor, em se tratando de descisão meramente politica, comece a acreditar em tudo, semana passada passei pela mesma situaçào com o IBAMA, só que eu estava do outro lado da conversa… lá o “bicho” pegou… mesmo contrariando os “poderosos” do setor.

  86. Antonio Soares

    on setembro 27 2011

    Julberto, a questão não é procurar pelo em casca de ovo e sim de imaginar cenários com base na nossa experiência em ações trabalhistas.

    Suponha que num processo por hora extra a empresa apresenta uma AFD na forma de um arquivo texto e o empregado apresenta um comprovante impresso. Caso haja o comprovante não coincida com a AFD, o que você acha que o juiz vai fazer?

    E qual será a reação da outra parte caso o juiz resolva desqualificar uma das duas provas?

    Segundo fui informado (mas não tenho certeza) no caso do cupom fiscal há um backup obrigatório mensal transmitido para a Secretaria da Fazenda. Se isto for verdade, a situação é muito diferente.

  87. autor

    on setembro 27 2011

    Julberto,
    Se a homologação não garante, então está tudo errado!
    Há semelhanças com o ECF. Relógio de ponto nunca poderá ser comparado a um emissor de cupom fiscal. Até mesmo por sua natureza, o tipo de operador, a interação com o usuário (poucos)… etc. Mas fora isto, o MTE esqueceu-se de incluir no REP alguns detalhes do ECF que poderiam trazer mais segurança e praticidade. Como por exemplo, o back-up, a possibilidade de remanufatura, entre outros.

  88. Julberto Garrido Junior

    on setembro 27 2011

    Antonio, nesta situação será solicitado que o AFD seja coletado diretamente do REP por um fiscal do trabalho, valendo assim (desde que sejam apresentados todos os Termos de responsabilidade e o equipamento encontre-se devidamente lacrado. Em caso de divergência valeria este AFD, não necessitaria num primeiro momento de uma auditoria. Agora vc me deixa de bico calado quando fala de backup e transmissão segura dos dados do REP, esta pra mim é a maior falha do REP. Apesar de que participei de uma palestra com o pessoal da IOB em Maio deste ano, e lá foi cogitado esta possiblidade tendo em vista o SPED social (leia-se folha on line), e para esta situaçào o REP (não digo com as falhas técnicas que existem) mas seria a base.

  89. autor

    on setembro 27 2011

    Antônio,

    É isto que também enxergamos. A prática de mercado e a lógica nos fazem ver o quão controverso será o uso do REP. Ainda haverá que se conviver por muitos anos com a crença desta “infalibilidade do REP”. Isto pode dificultar em muito as decisões.
    Sim, Antônio. O ECF permite back-up. Além disto, diferentemente do REP, o ECF pode emitir 2 vias do comprovante. São “detalhes” que fazem toda diferença…

  90. autor

    on setembro 27 2011

    Julberto (segundo comentário),
    Hoje os poderosos do setor são a favor do REP. A força que tem um MTE ninguém discute.
    Mas independente do tamanho de cada um, acreditamos que a verdade é que prevalece ao final. É lógico que algumas vezes ela (a verdade) demora a aparecer. Por isto nós estamos aqui: para não deixar a verdade ser escondida.

  91. Julberto Garrido Junior

    on setembro 27 2011

    .
    Na verdade sr autor, quando me referi aos “grandes” estava apenas ilustrando o quanto este cenário todo virou roleta… não estou falando quem é grande ou pequeno no caso do REP, apenas comentei que as “forças” a partir de agora, são “forças ocultas” que advem do “buraco negro” que é nossa politica, nào quiz em momento algum dizer quem é mais forte, esta situação tornou-se bastante complicada e arriscada, pois acredito que de bumbum de nenem e cabeça de político nunca sabemos o que vém…

  92. autor

    on setembro 27 2011

    Julberto,

    O problema é que sem o back-up não há garantias. Então… o AFD não funcionará para todos os casos! E se o REP queimar??
    E pense bem… quando a situação for desfavorável para qualquer das partes… queima-se o REP! Pronto! Acabou-se a prova…

    Segundo a Dra. Patrícia Peck em seu artigo “O REP não é a única forma de garantir segurança de informações”, o uso da tecnologia e o olhar jurídico foram bem delineados.
    Veja o que diz:

    “Não existe incoerência maior do que querer determinar que para o ponto eletrônico ter validade na Justiça Trabalhista Brasileira, ele precisa gerar impressão de comprovantes em papel. Parece até uma piada de mau gosto. Por certo, quem defende este tipo de posicionamento não faz idéia de que quando há geração de prova eletrônica, o original é o arquivo digital, e qualquer versão em suporte papel é uma mera cópia, que não permite perícia de autenticidade nem de integridade.”
    “Já está cientificamente comprovado que qualquer sistema eletrônico traz muito mais garantias anti-fraude do que um procedimento já conhecido em papel envolvendo contato humano. Ocorre que já estamos acostumados com os riscos jurídicos gerados pelos documentos em papel há muitas décadas, por isso, temos a impressão de que a mudança traz riscos jurídicos, quando na verdade é o inverso.”

  93. Julberto Garrido Junior

    on setembro 27 2011

    Concordo plenamente que um dos grandes “furos técnicos” do REP é a falta de backup, pode-se fazer de maneira simples utilizando-se de um artificio já dominado e consagrado nas ECF’s, poderia ser feito um download da memória fiscal em arquivo criptografado e enviado periodicamente ao MTE… simples mas não foi “pensado”…

  94. autor

    on setembro 27 2011

    É… amigo, era simples. Mas a portaria, de tão complexa criou laços para que ela própria se enforcasse.

  95. William Moraes

    on setembro 27 2011

    Alguma notícia de bastidores ? O que deve ocorrer…..cancelamento da portaria ? entrada em vigor ? maior flexibilização? novo adiamento ?
    O que me diz sr. autor, qual a sua opinião (não estou dizendo qual a sua torcida pois já sabemos)

  96. autor

    on setembro 27 2011

    William,
    Nossas posições são antagônicas neste assunto. Mas aqui não há “torcida”. Nossa expectativa é por uma decisão técnica, de bom senso, que não desestabilize ainda mais o mercado e também não penalize os usuários.
    Quanto às notícias… não há nada que possamos publicar ainda.

  97. Antonio Soares

    on setembro 28 2011

    O backup das marcações em site seguro, passível de ser consultado por juízes, auditores trabalhistas, empregados, sindicatos e empresas é a melhor solução para a segurança das informações.

    Esta medida seria compatível com a modernização administrativa que o Brasil vem promovendo nos últimos 15 anos (os diversos SPED – sistema público de escrituração digital -, as notas fiscais eletrônicas, etc).

    Esta medida tira o fiscal da rua e torna seu trabalho muito mais produtivo e analítico. Simplifica muito o julgamento das causas. Tem muitas vantagens, mas uma única desvantagem fatal: exige planejamento e tempo para ser implementada.

    Seguramente por isto o MTE não optou pelo processo. Eles queriam algo rápido e que necessitasse de um mínimo de planejamento.

    A idéia das marcações num site foi dada ao MTE por vários canais diferentes e eu aposto que eles mesmos, sozinhos em sua torre de marfim, a tenham tido. Mas sua única desvantagem acabou derrotando-a.

    Perdemos todos com isto. Sem exceção. Inclusive os juízes e os auditores que inventaram a 1510.

    E eles ainda dizem que não há nada mais seguro do que uma memória lacrada, sem cópia, armazenada nos estabelecimentos… Piada, não é?

  98. Andrade

    on setembro 29 2011

    Ementa: Susta os efeitos da Portaria nº 1.510, de 21 de agosto de 2009, do Ministro de Estado do Trabalho e Emprego, que disciplina o registro eletrônico de p…

    28/09/2011 CCJ – Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania

    Situação: APROVADO PARECER NA COMISSÃO

    Na 48ª Reunião Ordinária, realizada nesta data, a matéria é incluída como Item EXTRAPAUTA nº 1. A Comissão aprova o Relatório do Senador Armando Monteiro, que passa a constituir Parecer da CCJ contrário às Emendas n°s 1 a 4, de Plenário ao PDS n° 593, de 2010. Juntei Oficio nº 1608/2011, da Presidência do Senado Federal, referente a requerimentos de audiência de outras Comissões (fls. nº 64). À SSCLSF, para prosseguimento da tramitação

    28/09/2011 SSCLSF – SUBSEC. COORDENAÇÃO LEGISLATIVA DO SENADO

    Recebido neste Órgão, às 17h41.

    TOTAL: 1

  99. autor

    on setembro 29 2011

    Obrigado, Andrade!

  100. Marco César

    on setembro 29 2011

    É lento… mas está andando no Senado.
    A agonia da espera de uma solução definitiva está prejudicando todos.
    Quem será que vai adiar novamente, alguem aposta? MTE ou Presidenta?
    Pela lógica histórica acho que não teve nenhum fabricante louco o bastante para investir em estoque para atender a demanda…

  101. autor

    on setembro 29 2011

    Marco,
    Segundo informações que temos pela mídia é que a decisão virá da Presidência.
    Neste momento os órgãos certificadores já estão recusando homologações novas.
    Os projetos de lei ganham força no Senado e Câmara.
    Com tudo isto… falta apenas a decisão.
    Esperamos que venha logo e que seja uma decisão tecnicamente acertada.

  102. Jonas K.

    on setembro 29 2011

    Que informações da mídia são estas ? Pode citar a fonte ?

  103. autor

    on setembro 29 2011

    Jonas,

    Neste último adiamento ficou amplamente noticiado que a decisão não foi do MTE.
    Acompanhamos as midias sociais e a midia escrita.
    Não achamos conveniente citar estes links pois tinham alguma vertente política, o que não nos interessa.
    Sugiro a você ler os últimos posts do Dr. Marcos Alencar, e acompanhar as midias sociais e reler comentários de nosso site. Eles dão as dicas de como encontrar estes dados.

  104. Clodomiro

    on setembro 29 2011

    Ae Autor!!
    Torcendo pra vender os seus relógios convencionais novamente, né?

    :D

  105. Rogério Souza

    on setembro 29 2011

    Então as informações de mídia são do blog do Dr. Marcos Alencar, cujo último comentário foi escrito a semanas. Não encontrei qualquer notícia lá sobre o momento atual.

    Também gostaria de saber que informações de mídia são estas.. Site do PSDB não vale…

    Quase toda mídia séria está divulgando que a portaria entrará em vigor na segunda-feira dia 03 de outubro. Posso citar inúmeras fontes. Nem digo que estão certos, pois acho que ninguém tem certeza de nada, mas é o que estão publicando. Só fazer uma busca na internet.

  106. autor

    on setembro 29 2011

    Não, Rogério!
    Neste site foram citados alguns. Outros estão disponíveis nas mídias sociais.
    A maior parte deles não quisemos publicar. Poderiam ter conotação partidária, o que não é objetivo deste site.
    Estamos nos baseando no que foi noticiado nos últimos 28 dias, depois deste último adiamento.

    Quanto às demais matérias de hoje, somente as manchetes dão o vigor em 03-10. No entanto o conteúdo demonstra a incerteza.

    É o que há de momento mesmo.
    Nós, como sempre, nos mantemos acreditando que a portaria não irá se manter da forma como está.

  107. autor

    on setembro 29 2011

    Claudomiro,
    Mais preocupado com os REP´s vendidos que não atendem sequer à Portaria, com a insatisfação dos clientes, com a instabilidade do mercado.
    Torcendo para ver a verdade prevalecer e para o mercado continuar existindo…

  108. Clotilde

    on setembro 29 2011

    Pessoal, olha a mensagem que recebi agora a tarde de uma empresa vizinha a nossa e tirem suas conclusões. Obs : Instalação de acordo com especificação do fabricante, com estabilizadores:

    “Oi Clotilde, boa tarde!

    estou tendo muitos problemas com o REP – nós adquirimos 10 REP (cod.barras)
    já tive problemas com 04.

    03 REP queima da placa de memória (sendo 01 REP já por 02 vezes) – perdi todas batidas da semana.
    01 REP problema na impressão do comprovante.

    Eles alegam que o problema é a oscilação de energia da empresa, o engraçado que isso acontece de um dia para outro (durante a noite) , você teve este tipo de problema?”

    Coitada…mais uma vítima!!!

  109. autor

    on setembro 29 2011

    Clotilde,

    Mais um caso para nossa coleção de erros…. Peça à sua vizinha para nos fazer um contato e contar sua experiência. Isto enriquece nossa discussão.
    Obrigado pela participação!

    P.S. Para que os demais leitores entendam, Clotilde é uma leitora do nosso site que após ter comprado um REP e passar por inúmeros problemas, deixou aqui seu depoimento. Para saber mais, acesse: http://www.relogio.deponto.com.br/o-rep-e-inseguro/

  110. Julberto Garrido Junior

    on setembro 29 2011

    Tive um problema parecido em um cliente, e realmente era problema de energia, com a instalação de um nobreak (neste caso senoidal, nobreak de verdade) solucionamos até os problemas de rede e telefonia do cliente (pois aproveitaram para ligar tudo neste nobreak)… ele (este cliente que teve problemas) indicou mais 3 potencias novos clientes e já fechamos com 2. Oscilação de energia, não se “mede” com multimetro, e o “letrecista” da empresa em 90% dos casos, não sabe o que é fator de correçào de potencia ou influência de harmonicos, isto tudo só pode ser constatado utilizando-se um osciloscópio com duplo canal e memória ( a um custo de 8 mil reais, o mais simples, não sei se o pessoal da manutenção da sua empresa possui tal equipamento). Não conheço a marca do equipamento que vc e seu vizinho adquiriram, mas convém checar sua energia sim, mas peça para um profissional. Quem sabe aquelas “telas azuis” do windows dos seus micros ou as perdas de conexão na rede não sumam junto com o problema de queima dos REP’s?

    TRATA-SE DE UMA SUGESTÃO, não estou aqui defendendo A ou B.

  111. autor

    on setembro 29 2011

    Julberto,

    A sugestão pode até ser boa. Mas não resolve o problema da amiga da Clotilde, já que ela perdeu a memória fiscal do REP.
    E agora sabemos que os REP dão problemas. E perdem a memória fiscal, trazendo enorme insegurança jurídica.
    E isto não é uma questão só de alguns fabricantes, que por sua falta de qualidade proporcionaram.
    Você já nos informou que só trabalha com produtos de excelente qualidade e já teve um problema parecido com este. O cliente igualmente pode ter perdido sua memória fiscal!
    Ufa! Ainda bem que a portaria ainda não entrou em pleno vigor… senão estariam todos correndo sérios riscos.

  112. Andrade

    on setembro 30 2011

    Ementa: Susta os efeitos da Portaria nº 1.510, de 21 de agosto de 2009, do Ministro de Estado do Trabalho e Emprego, que disciplina o registro eletrônico de p…

    29/09/2011 SSCLSF – SUBSEC. COORDENAÇÃO LEGISLATIVA DO SENADO

    À Secretaria de Ata.

    29/09/2011 ATA-PLEN – SUBSECRETARIA DE ATA – PLENÁRIO

    Situação: AGUARDANDO INCLUSÃO ORDEM DO DIA DE REQUERIMENTO

    Leitura do Parecer nº 1007, de 2011-CCJ, relator Senador Armando Monteiro, sobre as Emendas nºs 1 a 4, de Plenário, concluindo pela rejeição de todas. A Presidência esclarece que foram lidos os Requerimentos nºs 1.113, 1.114, 1.115, 1.121 e 1.122, de 2011, que serão incluídos em Ordem do Dia oportunamente, por solicitarem audiência da Comissão de Assuntos Sociais e da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa.

    29/09/2011 ATA-PLEN – SUBSECRETARIA DE ATA – PLENÁRIO

    Situação: AGUARDANDO INCLUSÃO ORDEM DO DIA DE REQUERIMENTO

    Foram lidos, no último dia 6 de setembro, os Requerimentos nºs 1.121, de 2011, solicitando a apreciação da matéria pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa; e 1.122, de 2011, solicitando a apreciação da matéria pela Comissão de Assuntos Sociais. Os Requerimentos serão incluídos em Ordem do Dia oportunamente.

    29/09/2011 SSCLSF – SUBSEC. COORDENAÇÃO LEGISLATIVA DO SENADO

    Situação: AGUARDANDO LEITURA PARECER (ES)

    Aguardando leitura de Parecer da CCJ.

  113. Clotilde

    on setembro 30 2011

    Julberto,
    Agradeço a sua atenção em nos “ensinar” como se mede oscilação de energia, o custo deste aparelho etc, mas a questão é a seguinte : quando fabricam, homologam e vendem esse REP é com a garantia de 100% seguro e o máximo que se tem no manual do fabricante é que ele possui um no-break interno e que um estabilizador de boa qualidade nos daria total proteção. Esse investimento ai que você colocou, ninguém menciona na hora de vender o produto…ou menciona?
    Quando homologam esse REP não sabem da energia que temos no Brasil? Imagina se meu televisor queimasse a cada oscilação? Ou meu computador? As telas azuis do windowns e a conexão com a rede não acontecem aqui, mas se acontecessem seria um problema insignificante perto de perder provas importantes da memória do meu relógio, concorda?
    Abraços a todos!

  114. autor

    on setembro 30 2011

    Clotilde,
    É realmente relevante seu ponto de vista, pois evidencia a fragilidade na qual foi inserido o usuário, o cliente final. Observamos que com esta imposição do MTE evidenciou-se um mercado extremamente voraz onde o que menos importa é a segurança e satisfação de quem paga por estes produtos. E falamos isto de forma bem ampla. Não houve qualquer preparação do mercado para esta demanda. E as falhas estão aí para quem quiser ver, desde o projeto e homologação dos equipamentos até a fabricação, venda, manutenção, etc…
    Sem contar que muitos equipamentos importados não tem qualquer possibilidade de assistência técnica de qualidade, garantia de reposição de peças (fundamental até mesmo para garantias quanto à perenidade da homologação de conformidade obtida), etc…
    Mas é mesmo o fim da picada as empresas terem toda a sua segurança jurídica depositada em uma memória eletrônica.

  115. Julberto Garrido Junior

    on setembro 30 2011

    Clotilde, não seja inocente a ponto de imaginar que o REP é infalível, não se esqueça que satélites de ultima geraçào, onde foram gastos BILHÕES de dólares estão caindo sobre nossas cabeças sem controle, agora se a NASA não consegue fazer algo infalível o seu fabricante também não iria, muitos aqui estão vivendo em um universo paralelo, que que voces querem de um equipamento é UTOPIA! Fazem uma infraestrutura de quinta qualidade, contratam os piores profissionais para resolver os problemas de suas empresas e agora ficam lamentando… Eu acho que quem compra REP sem pesquisar tem mais é que quebrar a cara sim… quem compra carro “ching ling” tem mais é que quebrar a cara… tá fácil demais… voces estão justificando a incompetencia de voces em comprar um equipamento e faze-lo funcionar com a incompetencia e falta de escrupulos de alguns fabricantes/revendedores de REP.

  116. Clotilde

    on setembro 30 2011

    Julberto, tome cuidado com as palavras porque pode se decepcionar ao saber que a marca que eu comprei é uma das mais conhecidas no mercado, não é Ching Ling como você menciona. Inocente está sendo você ao dizer que não temos competência para comprar. Você pode até se surpreender quando descobrir que meu relógio pode ser da marca que você representa.
    Tenho que concordar : inocentes mesmo os clientes (consumidores finais) que acreditam em vocês, VENDEDORES espertos, que empurram o produto com toda pressa possível porque a Portaria está chegando e depois tiram o time de campo, prá não usar outras palavras.
    Portanto, pare de culpar o cliente. Só mais um detalhe: você não conhece minha empresa para qualificar a mão-de-obra que contratamos, mas posso dizer o seguinte : E aqueles que não tem mesmo condições de fazer um investimento alto? Voltam para o “pé de boi”?
    Se o REP não é infalível então UTÓPICA é esta Portaria, concorda?

  117. autor

    on setembro 30 2011

    Julberto,
    Mas veja, amigo… até mesmo os de primeira qualidade dão defeitos…. A homologação não tem o menor sentido, pois não garante. Aliás, nenhum REP atende à 1510.
    Certamente, ao vender, você ou o seu fabricante estampam “HOMOLOGADO” no produto. Isto funciona bem para vender. Do contrário nenhuma empresa precisaria ter trocado os equipamentos que já possuía… afinal, temos convicção que os produtos que você vendia antes também eram bons. Você sempre nos mostrou que a sua revenda é diferenciada, pois baseada em conhecimento técnico o bastante para orientar seus clientes a comprarem bem, não é mesmo?
    Se o objetivo final de toda empresa é ter bons produtos e bons serviços para ao fim de tudo ter bom conceito no mercado e ser mais valorizada, a Portaria 1510 não ajuda muito. Por melhor que seja a empresa e o produto que ela representa, tudo foi pautado em um erro. Permitir que o consumidor “quebre a cara” não deve ser boa solução para quem quer o bem do mercado, o bem do país, o bem de si próprio.
    Já dizia o cantor… “ninguém é feliz sozinho”

    Clotilde,
    Mais uma vez agradecemos a contribuição.

  118. Julberto Garrido Junior

    on setembro 30 2011

    Duvido que voces compram tv’s como compram REP, todo mundo vasculha a internet, conversa com quem já comprou… vão na casa do vizinho para “testar a imagem”… compram a melhor e maior TV que seu dinheiro pode comprar… ai na hora de comprar um equipamento para a empresa compram o mais barato só para atender a portaria… No inicio da semana passei por situação parecida (por isto minha indignaçào com seu comentário), eu estava negociando com uma empresa exportadora de resinas… uma baita de uma empresa… qual não foi a minha surpresa ao chegar lá na segunda feira e me deparar com um destes REP fajutos… e a resposta da empresa era a de que compraram um baratinho só para testar… preciso falar no que deu? Agora haja caneta e máquina de somar pra fechar o ponto deles… eu fico indignado… mas acho pouco…
    Brasileiro é espertão… Gersão… tanto do lado de quem compra quanto do lado de quem vende…
    Bom senso… bom senso… (do lado do MTE TAMBÉM faltou na hora de fazer a parte técnica)

  119. autor

    on setembro 30 2011

    Julberto,
    “Vocês”, “compram mais barato”, “baratinho”, “fajutos”. Tudo isto porque “vocês” são “brasileiros”, “espertão”, “Gersão”.
    Amigo, ledo engano!
    Cada vez mais temos convicção que este tipo de pensamento assola nosso país. Estamos acostumados a ouvir isto desde pequenos. Mas saiba que este site só existe porque há muita gente que não pensa assim, que acredita que o país é feito por pessoas de boa índole em sua maioria. E por isto não acha justo penalizar o país inteiro por conta de alguns gatos pingados que um dia fraudou o ponto. Também não aceita o fato de ter que fabricar uma coisa em cima de erros, vender um produto com vícios, induzir ao erro pessoas (algumas vezes de pouco expertise em equipamentos eletrônicos), mas que deveriam merecer o respeito do bom “vendedor”.
    O que está ocorrendo hoje é uma espécie de “serra pelada”, uma “corrida do ouro” para vender mais, ganhar muito… ao preço de logo após se destruir a verdadeira mina de ouro que é o mercado consumidor brasileiro.
    Isto não é utopia. É realidade. Um mercado não existe se não há verdade nele.

  120. Clotilde

    on setembro 30 2011

    Julberto ou Gerson?
    Você também é brasileiro ou não? Ruim prá você denegrir a imagem do seu povo e principalmente dos seus clientes desta maneira. Você depende desse povo, ou não?
    Você também é cliente em alguns artigos, mas vejo que é bem mais esperto que o restante da população…pesquisa na internet!
    Vejo que está desesperado e nem está raciocinando no que escreve, você generaliza uma situação que ocorreu com você porque perdeu um cliente para um produto ching ling e diz que todos querem só levar vantagem com um produto de baixo custo.
    O que compramos não é ching ling, pesquisamos muiiiito sim, inclusive na internet, pagamos caaaro e o efeito foi seis por meia dúzia com os produtos ching ling. Prejuizo da mesma forma.

  121. Julberto Garrido Junior

    on setembro 30 2011

    Clotilde, pesquisa boa é feita de forma qualitativa e não quantitativa… pagar caro não significa que comprou o melhor… Falei que existem Gersões dos dois lados, e não falei que voce usou da Lei de Gerson, não deturpe minhas palavras. Mas que muitos estão querendo levar vantagem nesta estória toda isto é um fato… vantagem para comprar e para vender… RESPONSABILIDADE é a palavra chave, deixar de comprar ou comprar na hora certa, da pessoa certa. Muitos instaladores de TV, CFTV, Alarmes entre outras coisas entraram no mercado e estão tomando o porre, vendendo para os mais desavisados. EU SINTO ISTO NA PELE! E é desses consumidores e vendedores que estou falando. Agora GENERALIZAR é uma especialidade deste BLOG e de grande parte dos opositores da portaria, e não minha, não foi isto que eu fiz. O fato do SEU REP ser uma @%^@%&#%^&, não significa que todos são. Algumas questões técnicas são falhas, mas isto não significa que o TODO não valha de nada. Pegue meu contato com o autor e eu lhe passo uma lista razoável de clientes satisfeitos com meu produto, e faço mais, passo o contato dos que deram problema e que eu soube contornar, quem sabe conhecendo o lado bom vc perceba que GENERALIZAR não é a saida.

  122. Marcelo

    on setembro 30 2011

    Engraçado tudo isso. Tenho cerca de 300REP instalados, em operação, clientes com contrato de manutenção, etc… e o melhor de tudo isto: satisfeitos, tanto o cliente como os trabalhadores. Produto correto, compra corretapor parte do Cliente, Venda correta, Treinamento e implantação de nova filosofia na empresa. Funcionou. Aind não entendi o porquê desta confusão toda. Cada vez que vejo ste site, me sinto um ”abençoado” e fico muito feliz. Tivemos sim alguns problemas, mas nenhum sem solução ou que causassem um problema ao Cliente, todos resolvidos. Clotilde? Andei olhando os ”posts”.. vc não é ‘aquela” do Software?? Sua empresa comprou o REP? Se para sua amiga não funcionou e para sua empresa também não, estou a disposição ainda (vc vai lembrar de mim, pode até dizer que não, tudo bem, não me incomodo)Tenho muitas referências e boas, de grandes e de pequenas empresas, desde 1 REP até 80 REP em única empresa, inclusive multinacional. Fico feliz com a concorência cheia de problemas e este site tem me ajudado a mostrar aos Clientes como se faz uma boa compra. Parabéns aos autores, nos ajudam muito, principalmente a quem tem boas informações, a vender o REP, que me perdoem, funciona e muito bem. Se ninguém vai fazer o churrasco, eu vou, depois da entrada em vigor no dia 3/10, e depois venho aqui pra dizer que foi uma beleza , carne e cachaça… Caro? Não emite 2 via? o bilhete apaga? Favor, quem não visitou cliente com REP, REP deverdade, bem comprado e bem vendido, e bem mantido, favor visitarem os clientes. Se precisar, eu indico alguns, sem medo. A Portaria 1.510 pode não ser a ‘maraviha” do universo, mas ela é como ”Jesus”, é o caminho, e está sendo crucificada por sabe-se lá quem !!!! ABracemos todos o ”caminho ” com bons olhos e chegaremos lá. Julberto JR tô contigo. Aos demais, contra a portaria, sei que todos tem seues motivos, ocultos aqui neste site, diferente de Marcos Alencar que mostra a cara. Um fabrica software, outro revende, outro trabalha com cartográficos, e aí afora… é claro, todos contra… mas o ”caminho” nos levará lá, como já disse, o comparo a ‘Jesus”… é um duro caminho, com as pedras colocads por vocês, mas vamos alcançar, com fé, o final ”Divino”. Amém. Boa sorte a todos, que Deus os iluminem, queremos todos ao nosso lado.

  123. autor

    on setembro 30 2011

    Então, Julberto, a discussão agora tem um ponto de convergência.
    Há erros na portaria. Logo, há erros nos REP e em suas homologações.
    Quem compra corre riscos: de comprar um REP ruim, de receber péssima orientação e comprar sem necessidade (vide órgãos públicos comprando…), e de fazer tudo certo, mas mesmo assim, por falhas na portaria ser penalizado por perda de memória, falta de garantias, etc…
    Não acha então, que com tanto problema ainda ocorrendo (não estamos tão no começo mais) não seria prudente dar um basta nisto??? Parar… discutir melhor e partir para algo consensual?
    Sinceramente, não vemos outra saída senão esta.
    E este novo adiamento… agora para 2012… deixa bem evidente isto.

  124. autor

    on outubro 3 2011

    Marcelo,
    Bastante confuso o que disse. E um pouco inacreditável na carga emocional.
    O problema aqui não é religioso, apaixonado, emocional.
    Está óbvio que a portaria 1510 e seus equipamentos são um engodo. Só não vê quem não quer.

  125. Clotilde

    on outubro 4 2011

    Marcelo, bom dia! Se leu os posts vai saber que não sou nenhuma de Software, nem sei do que você está falando. Entrei neste site por acaso quando estava seguindo os conselhos do Julberto e correndo atrás de informações.
    Espero que o churrasco tenha sido bom! Você pode comemorar mesmo se não tem problemas com os REPs, já não posso dizer o mesmo dos seus clientes quando precisarem dos dados da memórias daqui uns 4 anos, por exemplo.
    Olha : não fabrico relógio, não vendo relógios, não desenvolvo Software. Eu UTILIZO relógios e softwares para trabalhar e é isso que eu vou fazer agora…Ah! A Portaria foi adiada de novo ? Por que será?

  126. Julberto Garrido Junior

    on outubro 4 2011

    Por que será que já não derrubam de uma vez também? Se ela não serve para nada porque continua em pé? Sem chacotas… acho isto muito estranho…

  127. autor

    on outubro 4 2011

    De acordo, Julberto
    Achamos que, apesar do “nó político” que acabou se tornando a Portaria 1510, derrubar é a melhor opção.

  128. Julberto Garrido Junior

    on outubro 4 2011

    Mas pq não cai? Que forças ocultas são estas que mantém a portaria em pé?

  129. autor

    on outubro 4 2011

    Julberto,

    Sabe que pesquisamos muito este assunto. Mas, apesar disto, nunca vimos resposta para esta pergunta até hoje.

  130. Maria da Conceição

    on outubro 4 2011

    Julberto,
    A resposta para a sua pergunta é óbvia: Não derrubam hoje porque esta portaria já fez muitas vítimas. Eles não tem o que dizer para os milhares de empresários que foram inocentes ao ponto de achar que este é um país sério! Pra mim eles vão ganhar tempo para deixar que o congresso dê o tiro de misericórdia na portaria e eles possam usar o seguinte discurso: “O MTe e a ANAMATRA queriam proteger os trabalhadores, mais o congresso não permitiu…” e saem disso como vítimas e não como vilões…
    Só não vê isso quem vive no país das maravilhas e segue um coelho que fala!

  131. autor

    on outubro 4 2011

    Maria,

    Andou sumida! Bom têr seus ótimos comentários de volta!

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