Tudo sobre relógio de ponto

Até quanto você está disposto a investir para ter segurança? Será que todo esse investimento garante total segurança?

Uma matéria do Diário de São Paulo prevê que 40% das empresas vão voltar a usar livro de ponto por conta do alto custo do “REP homologado”, ou seja, o novo relógio de ponto idealizado pela portaria 1510/09.
Futuro ou retrocesso?

Além disso, a matéria aborda de forma bastante explicativa alguns pontos capitais de todo esse cenário:

  • equipamentos na faixa de R$ 6 mil, que deverão ser comprados pelas empresas, não podem ser locados ou compartilhados.
  • todo esse investimento irá somar algo em torno de R$ 20 bilhões de reais… custeados, como já dissemos apenas pelas empresas.
  • perda de produtividade e competitividade: prevê-se uma perda anual de 40h de jornada, ou seja, quase 15 dias só de fila por trabalhador
  • 25m de papeis anuais por funcionário, o que exigirá dos juízes trabalhistas mais paciência e tempo para análise nos processos trabalhistas.

Ah, e esqueça qualquer uso do equipamento para controle de acesso, portaria eletrônica… seu uso está restrito para marcação de ponto.

Leia toda a matéria do Diário de São Paulo sobre a portaria 1510/09 e quais os prejuízos que esta portaria vai provocar na sociedade.

2 Respostas to “Futuro ou retrocesso: o antigo livro de ponto vai voltar?”

  1. Marco César Chaul

    on agosto 24 2010

    Somos uma indústria de equipamentos e também vamos lançar o REP em breve.
    Concordo 100% que deve existir uma norma técnica para o equipamento e também para o software de gestão de ponto.
    Como está hoje temos um futuro nebuloso pela frente pois não precisa ser muito inteligente para saber que são necessárias modificações.
    O problema é que o MT está demorando muito para acordar, e quando o fizer já existirão dezenas de equipamentos homologados sem critérios técnicos defindos em normas técinicas. O que será que irá acontecer? Quem vai pagar o preço de tamanha incompetência?

  2. autor

    on agosto 24 2010

    Caro Marco César,
    É inadmissível a esta altura não existir norma técnica. E sem norma técnica… como há certificações de conformidade expedidas?
    O que levou sua empresa a investir neste REP, apesar de vocês vislumbrarem “um futuro nebuloso” e estarem asssistindo à “tanta incompetência”?

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