Tudo sobre relógio de ponto

01/09/11

As exigências da Portaria foram adiadas novamente!

A princípio, nova data é 03 de outubro de 2011.

Mais 30 dias de prazo foram concedidos pelo MTE.

Fonte: Bom dia Brasil

http://g1.globo.com/bom-dia-brasil/noticia/2011/09/ampliado-para-30-dias-prazo-de-adocao-do-ponto-eletronico.html

Vídeo: http://g1.globo.com/videos/bom-dia-brasil/t/edicoes/v/muda-prazo-para-empresas-adotarem-ponto-eletronico/1615896/

A notícia dada no início da manhã pela Globo agora é confirmada no site do MTE.

NOTA OFICIAL – PONTO ELETRÔNICO

Nota Oficial

O Ministério do Trabalho e Emprego informa que:

Considerando o recebimento de recursos por parte de Confederações Patronais, no âmbito do Governo Federal, no sentido da reconsideração da data de início do Registro Eletrônico de Ponto – REP;

Considerando o firme compromisso do Governo Federal e deste Ministério em assegurar a efetiva conclusão do diálogo iniciado com diferentes setores da sociedade brasileira a fim de aperfeiçoar o Sistema Registrado Eletrônico de Ponto – SREP;

Resolveu alterar o prazo para o início da utilização obrigatória do REP, de 1º de setembro de 2011 para 3 de outubro de 2011.

Esta medida será publicada ainda hoje (01/09/2011) no Diário Oficial da União (DOU), em edição extra, através da Portaria 1752/11.

Ministério do Trabalho e Emprego

Assessoria de Comunicação Social

http://portal.mte.gov.br/imprensa/nota-oficial-ponto-eletronico/palavrachave/ponto.htm

164 Respostas to “TERCEIRO ADIAMENTO DA PORTARIA 1510”

  1. Almeida

    on setembro 1 2011

    Onde posso conferir o adiamento?

  2. Carlos A Beling

    on setembro 1 2011

    Bom dia.
    Onde estão os outros comentários?

  3. Carlos Gomes

    on setembro 1 2011

    bom dia autor, mas onde foi publicado oficialmente? é importante acompanhar.

  4. Dominique

    on setembro 1 2011

    Existe alguma outra fonte, sem ser a globo? Não acho isso em lugar nenhum… :(

  5. Flavia Cristina Cabezaolias

    on setembro 1 2011

    Procurei no site do ministério do trabalho a informação referente a noticia exibida hoje no Bom dia Brasil sobre o adiamento da portaria 1510 citada no site e não encontrei.
    por isso gostaria de saber qual a fonte da notícia para poder divulgar para meus clientes

  6. Almeida

    on setembro 1 2011

    Acabei de ligar no MTE. A atendente disse que o MTE não emitiu nenhuma nota informando sobre este adiamento de 30 dias. Disse também que não sabe qual fonte a Globo consultou, ou seja: não procede pelo menos até este exato momento. Se observarmos, a propria matéria da globo não citou fontes.

  7. Marco César

    on setembro 1 2011

    Sem comentários… Era o óbvio…
    Qual fabricante vai ter coragem de fazer estoque?
    Qual cliente vai ter coragem de comprar?
    Vamos ver o que o Senado decide amanhã…

  8. Josè Raimundo

    on setembro 1 2011

    Você tem certeza da notícia que está publicando?
    A globo também pode se equivocar, tanto que no DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO não há nenhuma publicação a respeito.
    Consultei também o MTE e não foi confirmada a informação.
    Portanto , tenha certeza do que publica antes de fazê-lo.

  9. autor

    on setembro 1 2011

    Flavia e demais leitores,
    A única fonte por enquanto é a Globo, nos links acima. No entanto, a emissora confirma a veracidade da notícia.
    O DOU parece estar em greve.
    Por outro lado, o MTE acaba de desativar de seu site a página que confirmava a vigência para a data de hoje. http://portal.mte.gov.br/imprensa/ponto-eletronico-comeca-a-ser-fiscalizado-a-partir-desta-quinta-feira-01.htm
    Se o MTE não sabe de nada, mas a Globo confirma… a fonte de informação pode ser de hierarquias superiores ao Ministro Lupi. Vamos aguardar…

  10. Josè Raimundo

    on setembro 1 2011

    Enquanto as notícias eram a favor , você não publicou nada , e nem o campo de comentários estava disponível, por que será ???

  11. Josè Raimundo

    on setembro 1 2011

    Você está insinuando que a Dilma mandou prorrogar?
    Ou está dizendo que a Globo manda mais que o próprio Ministério do Trabalho?

  12. autor

    on setembro 1 2011

    Nós não insinuamos. Nós dizemos.
    E nada do que você está insinuando pode ainda ser confirmado.
    Opinião: O primeiro tópico é possível. O segundo, improvável.

  13. autor

    on setembro 1 2011

    Marco César,

    Você nos acompanha sempre e sabe que vimos alertando a todos aqui.
    Os prejuízos são visíveis.
    A portaria 1510 é e sempre foi um jogo de azar. Quem quiser se deixar levar… Boa sorte aos apostadores!

  14. Flávio Martins

    on setembro 1 2011

    Bom dia Companheiros,

    Nas primeiras horas da manhã acessei este site e não vi novidades.

    Acessei o site do MTE e li detalhadamente as convictas exposições dissertadas em diversos parágrafos sobre o início da fiscalização nesta data, o critério da dupla visita somente para a obrigatoriedade do REP, etc… Agora a coisa vai! pensei.

    Acesso novamente este site e o link remete à prorrogação da Portaria, sem explanações consistentes, por mais 30 dias. No vídeo até o reporter já aparenta um ar “sem graça”, seja pela prorrogação ou simplemente por não saber do que está falando.

    Sobrevivendo arrastando interrogações, ansiedades e incertezas, revivemos agora o Raulzito ao “…desdizer aquilo tudo que eu disse antes…” ou em “…quando acabar o maluco sou eu”… e seguimos angustiados pela indefinição em mais uma nova fase…

  15. autor

    on setembro 1 2011

    Flávio,
    Até onde apuramos, a notícia do adiamento parece ter vindo de hierarquias superiores do governo. Mas ainda não se pode afirmar com convicção isto. Aguarde.

  16. Josè Raimundo

    on setembro 1 2011

    As chances de dar ou não dar certo, são de 50% , portanto não tome como 100% certo.

  17. autor

    on setembro 1 2011

    José Raimundo,
    Aqui não há paixão. Não estamos “torcendo” por um time… nada disto. Analise os fatos.
    E mesmo que entrasse em vigor… quem compraria estes produtos?
    Quem confia neles?
    O estrago é grande e prejudica empresas revendedoras e seus clientes.
    Eu não apostaria meu dedo mindinho nesta portaria e nem no REP.

  18. Rubens Cavalieri

    on setembro 1 2011

    Este terceiro adiamento de apenas 30 dias é sinal claro, diria até mesmo claríssimo, que o resultado do Grupo de Trabalho não agradou a Presidente Dilma.

    Suspeito que ela apoiará qualquer medida que seja consensual entre empresários, sindicatos e ministério, mas não concordará com a imposição dos fiscais do MTE, goela abaixo dos empresários.

    Ela conhece o nível atual das relações trabalhistas no Brasil e sabe que os empresários não são contra os trabalhadores e vice versa.

    Ela sabe que as aberrações existentes são as exceções e não a regra, como pensam os fiscais.

    Então, eu suponho que estes 30 dias servirão para que a 1510 seja flexibilizada, nos moldes da 373, mas com mais profundidade.

  19. Antonio Soares

    on setembro 1 2011

    Diferentemente do autor eu acho que o REP veio para ficar.

    Porém não ficará da forma como os fiscais do MTE planejaram. O REP será mais uma dentro de várias alternativas de registro de ponto. Porém continuará existindo.

    Talvez seu uso seja feito obrigatório apenas para empresas com histórico de problemas no controle da jornada. Ou talvez seu uso seja feito opcional com um processo de opção mais liberal do que o preconizado na 373.

    É fato também que existem algumas empresas que gostam do REP, pois se sentem mais seguras contra os desmandos dos empregados e da justiça do trabalho. Estes empresários correram para o REP. Não são muitos, mas são a maior parte dos que compraram o REP até agora.

    Ou seja, eu aposto o meu dedo mindinho (mas não os outros) no REP.

    Metaforicamente, é claro. Não vou me mutilar por conta da invenção da SIT e da ANAMATRA…

  20. Reginaldo Alves Amorim

    on setembro 1 2011

    Segue a nota oficial.
    O Ministério do Trabalho e Emprego informa que:
    Considerando o recebimento de recursos por parte de Confederações Patronais, no âmbito do Governo Federal, no sentido da reconsideração da data de início do Registro Eletrônico de Ponto – REP;
    Considerando o firme compromisso do Governo Federal e deste Ministério em assegurar a efetiva conclusão do diálogo iniciado com diferentes setores da sociedade brasileira a fim de aperfeiçoar o Sistema Registrado Eletrônico de Ponto – SREP;

    Resolveu alterar o prazo para o início da utilização obrigatória do REP, de 1º de setembro de 2011 para 3 de outubro de 2011.
    Esta medida será publicada ainda hoje (01/09/2011) no Diário Oficial da União (DOU), em edição extra, através da Portaria 1752/11.

  21. Reginaldo Alves Amorim

    on setembro 1 2011

  22. Roberto Tridapalli

    on setembro 1 2011

  23. autor

    on setembro 1 2011

    Mas Antônio, se o REP fosse mesmo seguro nos termos da 1510 apoiaríamos. O fato é que hoje isto não ocorre.
    Definam as normas técnicas, façam certificações de verdade! Assim a coisa se torna clara.
    Enquanto isto não ocorre, não aposto nada neste REP!

  24. Carlos Gomes

    on setembro 1 2011

    mostra que quem pode mais, chora menos; a cni é quem manda, o bolso dos empresários dói quando não é para eles lucrarem …. parece piada esse pais … vamos ver os próximos capítulos da novela.

  25. autor

    on setembro 1 2011

    Carlos Gomes,
    Não acreditamos em suas afirmativas.
    O fato é que se o MTE tivesse feito tudo corretamente, não haveria contestação.
    Infelizmente, por não enxergarem o óbvio, toda a sociedade sai perdendo.

  26. Andrade

    on setembro 1 2011

    Eu já tinha falado que isso iria acontecer, até parece que o Lupi iria conseguir passar por cima das frentes sindicais, patronais e tudo mais.
    Não vou me surpreender se amanha a portaria 1510/09 for sustada e a portaria 373 permanecer.

  27. Andrade

    on setembro 1 2011

    Estava claro que isso iria acontecer, até parece que o Lupi iria conseguir passar por cima das frentes sindicais, patronais e tudo mais.
    Não vou me surpreender se amanha a portaria 1510/09 for sustada e a portaria 373 permanecer.

  28. Antonio Soares

    on setembro 1 2011

    Caro Autor,

    O REP ainda não é seguro, mas certamente ficará em poucos anos. Principalmente agora que – finalmente!!! – o MTE está sendo obrigado a negociar. A chance da razoabilidade finalmente baixar à 1510/09 aumentou muito.

    Por isto eu continuo apostando o dedo mindinho nele. Metaforicamente, é claro, porque não quero ver você mutilado. A tua iniciativa de abertura deste espaço foi coroada de êxito e é muito meritória. Parabéns!

  29. autor

    on setembro 1 2011

    Antônio,
    Agradecemos o reconhecimento.
    Certamente faltou diálogo, razoabilidade, tempo, e algumas outras coisas…
    Havendo tudo isto e muitas adequações na portaria, o REP seria desnudado do manto de infalibilidade. Aí, quem sabe, há salvação para o embondo.

  30. Maria da Conceição

    on setembro 1 2011

    Senhores,

    Não deixa de ser curioso o comportamento apaixonado dos envolvidos. Eu tenho acompanhado este site diariamente e nos últimos dias, senti uma certa “euforia” nos defensores da portaria pela confiança generalizada de que desta vez o MTe conseguiria manter a portaria em vigor.
    Agora, este novo adiamento deixa claro que o MTe não vai ter força para empurrar isso na base da força, e a nota oficial do MTe mostra que a Presidenta Dilma não aceitará imposição e só aceita uma saída negociada com as Confederações.
    Tudo leva a crer que a portaria do jeito que está hoje deixou de existir na prática e teremos 30 dias de mais angústia para esperar um fim definitivo, mais que a partir deste 3º recuo do MTe, promete ser uma revisão a favor da lógica e do bom censo, por mais que isso irrite os fabricantes.

  31. Carlos Gomes

    on setembro 1 2011

    Sr. Autor, entendo sua posição, mas está claro que o ministro que estava convicto até ontem à noite recebeu uma ordem superior para adiar e que essa ordem teve a influência da CNI.

    O sr. não acha estranho a Globo dar a notícia antes do MTE? e antes de todas as redes? Não me diga que ela é mais competente, ela é influente e próxima a CNI e ao governo. Isso é também questionável moralmente.

    Acho que a discussão no Senado e/ou Câmara é boa, mas essa atitude de adiar foi a arma da CNI para não gastar o rico dinheiro de seus associados.
    Ou será que quando é bom para o seu lado, não importam os meios, apenas os fins?

    Vamos batalhar agora para que isso vire lei, com discussão limpa, não com essa interferência suja.

  32. Ricardo Marques

    on setembro 1 2011

    Com certeza este foi o último adiamento da Portaria. Nestes 30 dias irão costurar um acordo amplo com o congresso, confederações patronais e sindicatos. Não sei se será mantida a portaria, se será flexibilizada ou mesmo revogada, mas vejo que a tendência é que toda essa insegurança termine. Vamos aguardar (ainda mais !!).

  33. autor

    on setembro 1 2011

    Carlos Gomes,
    Para quem sabe como circulam as informações, nada de estranho e até muito comum a Globo ou outra mídia de expressão noticiar primeiro.
    Já dissemos antes que o Ministro não é o governo, apesar de muitos não acreditarem nisto. É preciso analisar friamente o caso para enxergar situações como esta.
    A discussão em qualquer lugar é boa. Só que tem que ser verdadeira e desprovida de interesses particulares. Pense nisto. Só será aceito, quando agradar a maioria.

  34. autor

    on setembro 1 2011

    Ricardo,
    Acha mesmo que em 30 dias isto tudo será possível?
    Só se a convergência for por suspender ou desobrigar. No mais… não há tempo para discussões aprofundadas.
    Mas sinceramente… passou da hora de uma solução definitiva.

  35. Nilson

    on setembro 1 2011

    pessoal, apenas estão ganhando tempo para se cancelar tudo da uma olhada neste link http://www.senado.gov.br/atividade/materia/detalhes.asp?p_cod_mate=98106 , o governo sabe disto e para não se queimar mas derão um prazo, agora o que vão fazer com todos que ja investirão nos equipamentos ai, vai ser outra luta!!! Brasil realmente não muda!!!

  36. Rafael Moura

    on setembro 1 2011

    Caro Carlos Gomes:

    A Globo vive de notícia, o MTE de regulamentar o mercado de trabalho.

    O MTE funciona de 9 as 17 nos dias úteis, a Globo é 24×7.

    A Imprensa Nacional (que publica o Diário Oficial) está em greve.

    Por isto tudo não acha nada estranho a nota ter saído antes na Globo. Com certeza a Globo não interveio no processo! Ela foi usada para divulgação da notícia e é só. Nem dá para estranhar que só a Globo tivesse a natícia tal a distância dela para as demais TVs noticiosas do Brasil.

    Um abraço, Rafael

  37. autor

    on setembro 1 2011

    Rafael,
    Não adianta ficar vendo problema onde não há. Isto não ajuda a ninguém.
    Este é um procedimento pra lá de comum. Principalmente se a notíica é urgente e o órgão oficial de publicações não está funcionando.
    Mas se realmente o assunto mobilizasse a grande imprensa seria ótimo. A opinião pública não aprovaria estes erros escandalosos.
    Sem alardes…

  38. autor

    on setembro 1 2011

    Nilson,
    As casas legislativas existem para gerar discussão.
    Bem vindo à democracia!

  39. Nilson

    on setembro 1 2011

    discussão? democracia? eu só quero ver se isto não entrar mesmo, ou se resolverem mudar tudo, segundo publicações são mas de 200mil equipamentos vendidos, só minha humilde revenda vendeu uns 150, quero ver quem vai pagar a conta, quem vai devolver o dinheiro para os clientes, quem vai ressarcir meus prejuizos, tremenda palhaçada com todos nós!!

  40. autor

    on setembro 1 2011

    Nilson,
    Todo este problema só ocorreu por falta de diálogo (democracia).
    Lamentamos quanto aos prejuízos. Temos tranquilidade em dizer que fizemos o possível para que as empresas tivessem esclarecimento e não se arriscassem.
    Infelizmente, nossa opinião não foi tão bem aceita entre os revendedores e fabricantes.
    Mas por sorte, o montante vendido ainda é pequeno percentualmente. E com isto, muito gasto foi evitado.

  41. Clotilde

    on setembro 1 2011

    Pessoal, eu não sou repórter e nem fabricante de relógio, mas se eu tivesse uma emissora poderia com certeza noticiar que essa Portaria seria prorrogada novamente. Só não viu quem não queria ver. Acho que o pessoal da Globo pediu ajuda para “O Astro”, ou será que não foi necessário?
    E tenho absoluta certeza que não será a última vez que ela será prorrogada. Sabem por quê? Porque eu comprei um relógio homologado que só me deu dor de cabeça e nenhum empresário ainda está seguro quanto à segurança das informações guardadas na memória.
    Sou contra a Portaria ? NÃO. Ela tem muitas coisas boas, apenas precisa se adequar para que dê segurança aos empresários. Eu não sou empresária, sou funcionária. O ticket original que eu usei há 8 meses e guardei em um envelope de papel na minha gaveta já está desaparecendo fora os outros problemas que já tive e expus em outro tópico.
    Ótimo que a Portaria foi prorrogada, quem sabe agora os interesses pessoais serão colocados de lado e pensarão no coletivo?
    Obrigada ao autor por esse espaço! Parabéns!

  42. autor

    on setembro 1 2011

    Obrigado pelas ótimas contribuições ao nosso conteúdo.

  43. José Raimundo

    on setembro 1 2011

    Caro Rafael Moura,
    Quanta ingenuidade a sua achar que a Globo não interfere em nada no país. Que é simplesmente um veículo de comunicação eficiente.
    A CNI tem o poder e os anunciantes que as organizações Globo precisam…e o governo o dinheiro de BNDES que ela sempre quer….
    Por favor……

  44. autor

    on setembro 1 2011

    José Raimundo,
    Tente se manter no assunto de nossa discussão, que é a portaria 1510. Sair do foco não contribui com nosso trabalho.

  45. Rafael Moura

    on setembro 1 2011

    Ficando dentro do objeto do blog: eu acho que o José Raimundo tem razão. Foi a TV Globo que causou mais este adiamento da 1510. Claro que sim. As evidências estão todas aí. Até porque se o William Waack não tivesse dado a notícia ontem à noite o MTE não teria sido obrigado a publicar a nota hoje pela manhã. É isto mesmo, você tem toda razão. Desculpe a minha imensa ingenuidade. Os adiamentos anteriores foram por pressão do Papa, que não queria ter que colocar REP nas Dioceses e do Barack Obama, que ficou com ciúmes do nosso maravilhoso processo, não é mesmo?

  46. autor

    on setembro 1 2011

    Amigos. Obrigado pelas contribuições.

  47. José Raimundo

    on setembro 1 2011

    Foco na discussão é o que vocês não possuem…mas sim muita paixão na discusão…O Rafael Moura então…que resposta inteligente!

  48. Roberto Tridapalli

    on setembro 1 2011

    “Temos tranquilidade em dizer que fizemos o possível para que as empresas tivessem esclarecimento e não se arriscassem.”

    Fala como se a guerra estivesse ganha…. muitas batalhas ainda virão

  49. autor

    on setembro 1 2011

    Obrigado por prestigiarem nosso espaço. Continuem por aqui!

  50. Marco Cesar

    on setembro 1 2011

    CNI=Representa as industrias do Brasil.
    ABREP=Fabricantes de REP=industrias
    Que tal unir as forças e fazer algo de bom para o Brasil. Sem idealismos, baseado em contexto técnico.
    O amor é cego. É isto que está acontecendo com quem defenfe o REP e fecha os olhos para os problemas, como em uma paixão doentia.
    Na minha visão é a realidade atual.
    Este site não é contra o REP, é contra a forma que ele foi imposto. Estou correto autor?

  51. SALIN OREPMEFUD

    on setembro 1 2011

    Autor
    Parabéns pelo belo trabalho e pela credibilidade que por mérito você conquistou!
    Sinceramente, eu não tenho dó das revendas de relógio e tão pouco dos fabricantes, pois eles deixaram a ganancia falar mais alto que a razão e enganaram muitos empresários de boa fé. Quando saiu a Portaria todos eles se revoltaram e para o empresário que não estava por dentro eles venderam muitos relógios do modelo antigo mesmo sabendo da possibilidade de cair. Agora estão empurrando o tal REP mesmo sabendo que o SENADO FEDERAL já votou pela sustação desta Portaria.
    Qualquer pessoa que entenda um pouco sabe que o problema de fraude não estava nos relógios e sim nos Softwares. A parte da portaria que alterou o software já resolveu o problema, o resto deveria partir de denuncia do próprio funcionário que é a parte mais interessada do assunto.
    Eu não tenho mais dúvidas de que esta Portaria vai ser sustada e na sequência iniciará tudo novamente, contudo, da maneira correta e coerente como deveria ter sido.

    Sugestão as grandes fabricantes de REP que estocaram em grande quantidade: Explorem outros segmentos como a produção de impressora de cupom fiscal e impressora de cartão de crédito e da próxima vez não deixem a ganância falar mais alto. Se a vida te der um limão, faça uma limonada!

    Sds,

    SALIN OREPMEFUD

  52. autor

    on setembro 1 2011

    Corretíssimo, Marco!
    E sinceramente não entendo este embate. A CNI representa todas as indústrias do Brasil. Mas existem as outras confederações de igual força e respeito. Deve-se pensar em soluções que atendam a todos. E que não prejudique as empresas nacionais deste segmento.

  53. autor

    on setembro 2 2011

    Salin,
    Os “méritos” ainda não podem ser sentidos, pois ainda vivemos as agruras desta medida. Mas no momento que se colocar um ponto final nesta história, temos certeza que todos aqui serão merecedores dos mesmos parabéns.
    Obrigado por participar e contribuir.

  54. Jonas K.

    on setembro 2 2011

    Agora está virando briga de gente grande…a CUT já está se preparando para a guerra e todos sabem da sua força política…Vejam

    http://cut.org.br/destaques/21184/nota-da-cut-sobre-adiamento-do-ponto-eletronico-en

  55. Flávio Martins

    on setembro 2 2011

    Grande Marco César !!!

    Salvo a minha falta de atenção creio ser a primeira vez que leio neste blog a palavra amor…

    Raros são os momentos nos quais buscamos este nobre sentimento para equilibrar entendimentos. Usufruir da oportunidade de transformar as palavras em verbo e colocar o amor fraternal em campo.

    Se assim fosse, quando o MTE percebeu que uma pequena parcela de empregadores e de fornecedores, que por 30 anos caminharam sem o rumo, não estavam direcionados em um caminho sensato, compartilhariam o problema evidenciado pelos Magistrados com as partes interessadas em busca de uma solução.

    Destaco as seguintes palavras da própria tese dos Magistrados que originou o processo: “…É preciso compreender que a
    tecnologia nunca se aplica de forma imparcial, beneficiando a todos os interessados, mas
    sempre contém um “viés” que, invariavelmente, assegura a seus proprietários os maiores,
    senão exclusivos, benefícios….” Para a Tese os prorietários dos interesses são os empregadores, projetados na Portaria 1510 refletimos os da fiscalização e, onde tem exclusividade não há democracia.

    Fabricantes de relógios não foram ouvidos, projetos relevantes, mais simples, que retrataram o problema antes da Portaria foram ignorados e asfixiados. Para os Deputados entenderem e serem ouvidos tiveram que requerer uma Audiência Pública e convidar o MTE. Nasci no ano da revolução, já lí e ouvi muitas histórias de compatriotas que lutaram pelo nosso atual regime, como a da nossa estimada presidente. É lamentavel estar vivendo esta realidade 47 anos após.

    No texto publicado pelo MTE e retirado do site ficou claro que a revisita seria um critério somente para o REP e que os demais artigos da Portaria, vigente desde 2009, seriam exigidos, dentre eles o Artigo 28: “…a inobservância a qualquer item invalida o controle como um todo…” outro é o da obrigatoriedade do cadastro do empregador no CAREP em 2009, coisa que certamente ninguém fez, logo, todos estão em desacordo com as determinações da Portaria e fragilizados ao Auto de Infração.

    Desconhecendo os reais motivos para a prorrogação deste prazo por mais 30 dias e até ansioso pelas conclusões, concordo com o Marco César que este é o momento de sentar à mesa, não apenas um grupo de trabalho “democraticamente” composto pelo Ministério do Trabalho mas também por membros da CNI, Fabricantes, Ministério do Trabalho, Centrais Sindicais, ANAMATRA…para fazer o que era para ter sido feito no princípio, tentando estancar um pouco das consequências hoje vividas, deixando o poder e o orgulho na porta e seguindo o caminho do amor à pátria e à democracia.

  56. Leitor

    on setembro 2 2011

    O que estou vendo aqui é mais uma briga por causa da fonte da notícia do que a portaria em si. Está aqui ó, no blog do MTE. http://blog.mte.gov.br/?p=6211 A noticia foi publicada ontem. Parem de se matar por causa de fontes, ninguem vai ganhar nada com isso!

  57. autor

    on setembro 2 2011

    Jonas K.
    Nosso sentimento é de que esta portaria é defendida ardorosamente pelos seus idealizadores, e, é lógico, pelo Min. Lupi. Não vemos nas centrais sindicais todo este fervor. Notas na imprensa, em nossa opinião, só condizem com os compromissos destas centrais junto aos membros do governo. Mas o certo é que o Ponto Eletrônico nunca fez parte da pauta sindical.

    Aos demais, obrigado pelas boas participações.

  58. Jonas K.

    on setembro 2 2011

    Compromissos das centrais junto aos membros do governo ?? Pois a CUT critica fervorosamente o governo por este adiamento…Não entendo que compromisso é esse..

  59. Rubens Cavalieri

    on setembro 2 2011

    A matéria abaixo, veiculada ontem na Globo da minha região, mostra um REP sofisticado (tem duas impressoras) e de boa marca em toda a sua esplendorosa inutlidade.

    No caso da matéria os funcionários batem o ponto e vão tratar da vida fora da empresa, mas seria a mesma coisa caso eles batessem o ponto e voltassem a trabalhar. A garantia de que o registro no REP corresponde ao horário de trabalho é zero.

    Apenas um controle de ponto ligado a uma catraca garante que as horas registradas foram efetivamente cumpridas dentro da empresa. Mas a Portaria proíbe isto. Será que é para ajudar os companheiros?

    http://tn.temmais.com/noticia/8/53710/medicos_do_hc_de_botucatu_nao_cumprem_horarios_de_trabalho.htm

  60. autor

    on setembro 2 2011

    O Ponto Eletrônico nunca fez parte da pauta sindical.

  61. Rubens Cavalieri

    on setembro 2 2011

    Uma correção, caro autor. O ponto eletrônico foi pauta há uns 5 anos atrás dos funcionários da Caixa Econômica Federal, que demandaram a sua adoção pela empresa. E tiveram a demanda atendida.

    O que nunca foi pauta dos sindicatos é a fraude no ponto eletrônico.

  62. autor

    on setembro 2 2011

    Está correto, Rubens Cavalieri. Em tempo.

  63. Carlos Gomes

    on setembro 2 2011

    pela primeira vez uma opinião do Marco Cesar que concordo: união da cni e abrep; a cni ignorou que a abrep é formada por indústrias; é um bom caminho para regulamentar o rep de maneira que atenda aos interesses gerais;
    acho que a Globo não interferiu, serviu de burrinho e levou a mensagem sob ordens superiores; mas o sr. Rafael prefere ser cinico e participar para conturbar, ignorante.
    e o sr. SALIN OREPMEFUD é outro ignorante, opinião esdrúxula de quem não é empresário de nada e dispensável neste espaço que o sr. autor concede e aguenta nossas opiniões.
    em tempo: ignorante não é ofensa segundo o dicionário: Que não tem saber. Que não é instruído em certas coisas.
    sr. autor, obrigado pela paciência …

  64. autor

    on setembro 2 2011

    Carlos Gomes,

    Interesses gerais. Este é o caminho.
    E nossa opinião, a ABREP perdeu muito a credibilidade.
    Por isto, não vejo interesses convergentes entre ABREP e CNI neste momento. Um casamento improvável.
    As ordens superiores neste caso parecem ser da própria Presidente. Se for, menos mal. Começam a colocar ordem na casa.
    As opiniões contrárias tem lá seus motivos. E quando há divergências, se não houver tolerância, não há evolução das idéias.
    Isto é democracia.
    Continuem todos por aqui.

  65. Flávio Martins

    on setembro 2 2011

    Rubens Cavalieri,
    O que aflige é a falta de limites para a criatividade e a máxima de que segurança 100% é lenda. Se adotarmos uma catraca os médicos irão registrar o ponto, girar o braço e ir resolver a vida lá fora do mesmo jeito…

    Os funcionários da Caixa Econômica são Celetistas, regidos pela CLT. Aboliram o registro mecânico do ponto há muitos anos e utilizam um registro eletrônico no próprio PC e, até aonde tenho conhecimento não irão implantar o REP. Soube que o número de processos com exigência de horas extras e seu êxito em processos trabalhistas é perto de zero.

    Com a implantação da NFe em todo o Brasil, temos a certeza – e a Receita Federal também – que a maioria dos empregadores estão informatizados e ligados à web. A Caixa Econômica é uma ótima referência, no próprio governo de como viver sem o REP.

  66. Rubens Cavalieri

    on setembro 3 2011

    Amigo Flávio, tenho a mesma notícia sobre a CEF. O ponto eletrônico foi exigido pelas empregados, foi negociado com o sindicato e o processo via login no computador foi o que resultou da negociação. O nível deles de reclamação de horas extras não pagas retrocedeu para perto do zero, com este método que a Portaria abomina.
    Isto não quer dizer que o ponto no computador seja a panacéia universal. Mas sim que para cada situação há o processo mais adequado e que o mais importante é deixar cada um negociar a sua situação.
    O papel do MTE deveria ser de manter aberto e isento o canal de negociação individual de cada empresa com seus trabalhadores e não de empurrar goela abaixo de ambos um método concebido na Torre de Marfim onde senta. Mesmo que o método seja feito de boa fé. E mesmo que o método seja tecnicamente primoroso (coisa que o REP está longe de ser…).
    Mas o MTE julga que nós todos (empresários e trabalhadores) somos crianças que não sabem caminhar sozinhos e que precisamos deles para nos guiar. Estão redondamente equivocados nisto e causam um tremendo malefício ao país com este visão.
    Infelizmente quem paga a conta somos nós todos.
    A Portaria 373/11 é um bom passo na direção de permitir a negociação para cada situação, mas ela foi escrita às pressas e sob pressão e deveria ser ampliada para atender melhor os interesses do nosso querido Brasil.

  67. Rafael Moura

    on setembro 3 2011

    Carlos Gomes: eu fui cínico sim, mas não ignorante. Isto aconteceu porque reagi impulsivamente a um post que dizia que a TV Globo estava por trás do terceiro adiamento da 1510 e que era ela que mandava no Brasil, o que me parece ser uma bobagem de marca maior. Conterei as minhas reações daqui para frente e atuarei na discussão de forma mais comedida. Obrigado pelo alerta.

  68. Flávio Martins

    on setembro 4 2011

    Caro Rubens Cavalieri,

    Quando publico minhas ponderações, como creio ser a posição dos demais, não assumo oposição à necessidade dos Magistrados e Auditores Fiscais terem acesso ao registro realizado pelas mãos dos funcionários, mas uma contrariedade pela forma em que a 1510 surgiu e foi imposta em um regime democrático como se todos estivessem no Coliseu.

    Concordo com você. A adequação do controle ao tipo de atividade alinha-se também ao nível de esclarecimento do empregador e do trabalhador, afinal, não estamos falando de um controle apenas para a aplicação no eixo SP, RJ, BH, DF… sempre considerei a Portaria 373 uma luva que precisa de adequações menos desgastantes que a 1510.

    Com 29 anos de atividade neste segmento, tive alguma luz para criar e depositar o pedido de registro da patente de duas soluções que me pareceram interessantes, a primeira, destinada aos usuários do ponto cartográfico tem as explanações dos problemas relatados pelos Magistrados e teve o pedido de patente depositado a n t e s da Portaria. O produto foi lançado e o MTE publicou sua resistência sem análise ou justificativas… é um cartográfico que dá segurança ao trabalhador, ao empregador e ao MTE por certificar, pela biometria, que o registro foi realizado pelo empregado, impedindo que colegas e até o empregador marque o ponto do outro pois a matrícula é impressa à cada marcação no cartão de ponto impresso. A matrícula e a hora ficam armazenadas, permitindo a soma do cartão pelo empregador com o uso da informática. Se o empregador adultera as totalizações o cartão de ponto documentará a fraude. Por que não pode???!!! O registro do ponto “é” cartográfico e não está submetido à Portaria. A segunda, fica guardada esperando a chegada da Democracia e da sociedade no MTE.

  69. Antônio R.

    on setembro 5 2011

    Sou sindicalista a 22 anos, filiado à CUT.

    Palavras do autor: “Mas o certo é que o Ponto Eletrônico nunca fez parte da pauta sindical.”

    Não fazia, agora faz !! Espere e verá !

  70. Marco Cesar

    on setembro 5 2011

    Prezados, sobre o PDS – PROJETO DE DECRETO LEGISLATIVO (SF), Nº 593 de 2010.
    Hoje foi encaminhado ao plenário para comunicação de fim de prazo para apresentação de emendas. Precisamos saber se ocorreram emendas, pois caso não tenham ocorrido acho que o projeto segue direto para votação na Câmara. Neste caso só nos restara a angústia de aguardar o resultado, sabe-se lá quando, e o pavor de investirmos, indústria e consumidores, em algo ainda incerto.
    Tramitação:
    05/09/2011 – SSCLSF – SUBSEC. COORDENAÇÃO LEGISLATIVA DO SENADO
    Ação: Encaminhado ao Plenário para comunicação do término de prazo para apresentação de emendas.
    Link: http://www.senado.gov.br/atividade/materia/detalhes.asp?p_cod_mate=98106

  71. autor

    on setembro 5 2011

    Antônio R.

    Sempre dizemos que o problema desta Portaria 1510 é que ela é inviável tecnicamente. Isto significa que toda a sociedade está depositando sua confiança em um produto (REP) que está longe de preencher os requisitos impostos para o MTE. Por incrível que possa parecer, as homologações estão sendo feitas de forma equivocada e não trazem a segurança jurídica necessária. As consequências desta ilusão trarão prejuízos a todos: empresas e empregados.
    Há 2 outros graves problemas que devem ser preocupação para vocês:
    1) a Portaria 1510 não obriga o ponto eletrônico. A consequência é que a maior parte das empresas está retornando ao registro do ponto através de relógios cartográficos (registro em cartão de papel). Um retrocesso para os trabalhadores.
    2) a Portaria 1510 criou condições extremamente favoráveis à importação de equipamentos de ponto. Se antes da medida tínhamos quase 100% de produção nacional, atualmente, estimamos que a produção nacional seja apenas 40% do total de produtos vendidos neste segmento. Isto significa desemprego no Brasil.

    Sabemos de sua especial dedicação neste assunto, amigo.
    Mas não acreditamos que as Centrais Sindicais defenderiam um absurdo destes, nem por fidelidade ao Sr. Ministro !!!

    É necessário que vocês sindicalistas estudem mais aprofundadamente esta matéria, sob o risco de prejudicarem quem devem defender: os trabalhadores.

    Mas não somos os donos da verdade. Mas é certo que o MTE errou feio nesta questão.
    É fundamental que haja discussão ampla do assunto com a sociedade. Defenda você também esta idéia!!

  72. autor

    on setembro 5 2011

    Marco César,

    Segundo informações obtidas no “Alô Senado”, não houve emendas.
    Hoje a mesa somente informa que o encerramento do prazo se deu na última sexta.

  73. Conrado

    on setembro 5 2011

  74. Carlos Gomes

    on setembro 5 2011

    Conrado, isso já era sabido, o ministro foi pego pela decisão da presidencia diretamente influenciada pela cni;
    acho que muita água vai rolar, mesmo no senado, a coisa não vai andar rápido, isso é normal nas tramitações da casa; ou seja, mais alguns dias de agonia para todos, fabricantes, revendedores, mte, anamatra, este site, os contra e à favor. talvez só a cni saiba a resposta…

  75. autor

    on setembro 5 2011

    Carlos,
    Só não compactuamos que seja a ação exclusiva da CNI. O que temos acompanhado é uma soma de opiniões contrárias, que incluem até membros da Anamatra. Além de outros esforços do Legislativo e de outros setores do Governo.
    Sem apoio da sociedade, a Portaria 1510 padece.

  76. autor

    on setembro 5 2011

    Conrado,

    Já sabíamos deste fato sim. Baseados nisto é que acreditamos que teremos solução definitiva em breve. É aguardar…

  77. Frederico

    on setembro 5 2011

    O Sr. Antonio R. sabe que foram designados dois representantes da CUT para o grupo tripartite (Sr. Manoel Messias e Sr. Valeir). Pelo que consta, ambos rejeitaram as propostas da bancada patronal e defenderam a vigência do REP para 1º de setembro.
    A nota da CUT manifesta sua posição com relação ao ponto eletrônico. Evidentemente, existem discordâncias pontuais (assim como na Anamatra, por exemplo).
    No grupo tripartite, houve participação de assessores técnicos da bancada patronal. Contudo, não convenceram os representantes dos trabalhadores. Se tivessem convencido, certamente teriam exigido alterações no equipamento (ou, pelo menos, aceitado a proposta de alteração das confederações patronais).

  78. autor

    on setembro 5 2011

    Frederico,

    Por ser membro do MTE, você dispõe de informações sob a ótica deste órgão apenas.
    E pelo que temos lido, a Confederações reclamam muito da falta de diálogo no GT.
    Ora… o GT foi criado para dialogar! Mas se lá o MTE ouviu e não discutiu, é óbvio que fica difícil se chegar a um ponto comum, não é?
    Continuamos a afirmar que o problema principal é técnico, e não político. E assim sendo, difícil imaginar Sindicalistas resolvendo este problema.
    Por sorte parece que agora a Presidência parece ter tomado conhecimento. Estamos aqui ainda torcendo por um final feliz desta novela…

  79. Frederico

    on setembro 5 2011

    Autor,
    O problema, na tua visão, é técnico. No entanto, vai ser decidido politicamente. Quer pela Presidência, quer pelo Congresso.
    A alegação de que o MTE não discutiu é unilateral, dita pelas confederações patronais.
    Os representantes das centrais sindicais naturalmente dizem o contrário, que o discurso patronal foi meramente protelatório.
    Para confirmar o que estou dizendo, apresento o link do SINDIPD (filiado à CGTB):
    http://www.sindpd.org.br/noticias.asp?id=1075
    Todas as centrais presentes à última reunião rejeitaram a proposta das confederações patronais.

  80. Carlos Gomes

    on setembro 5 2011

    sr. autor, um dia escrevi que o GT era de fachada e tomei paulad aqui, inclusive da sra. Maria Conceição, lembra-se? …. creio que eu tinha razão … e digo mais, quem vai resolver isso é o poder do $ = cni … ou será que todos aqui nunca ouviram falar do poder so $$$?

  81. Frederico

    on setembro 5 2011

    Complementando a informação anterior, na última sexta-feira encerrou-se o prazo para apresentação de emendas ao PDS 593/2011. Houve 4 emendas, bem como 3 requerimentos.
    Os requerimentos foram lidos e serão incluídos em Ordem do Dia. As emendas serão analisadas pela CCJ.

  82. autor

    on setembro 6 2011

    Frederico,

    Não houve consulta pública. Isto é fato.
    Discussão após a edição da Portaria, e sem direito a modificar a situação pré-estabelecida, não passa de retórica.
    Bom, mas gostaríamos de aprofundar um pouco a discussão pela ótica sindical. Quais são objetivamente os motivos (não políticos) que levam os sindicatos a defenderem a P1510? Que benefícios concretos ela e o REP trazem ao trabalhador?

  83. autor

    on setembro 6 2011

    Carlos Gomes,

    Não encontramos nenhum comentário seu neste sentido. Por favor, nos ajude a localizar isto.
    Mas olha o que nós dissemos a respeito em julho:
    “O Grupo de Trabalho só irá funcionar sob um olhar técnico isento. Do contrário será outro espetáculo de ilusionismo.”
    Continuamos não concordando com suas opiniões. O $$$ não resolve a Portaria 1510.
    A solução é técnica e deve vir do bom senso.

  84. Frederico

    on setembro 6 2011

    Se as centrais sindicais tivessem concordado com uma das propostas patronais, o Ministro certamente seria obrigado a alterar a portaria.
    Quanto à posição não política das centrais, uma federação filiada à CUT procurou o Ministro antes da publicação da portaria, visando à regulamentação do ponto eletrônico.

  85. autor

    on setembro 6 2011

    Frederico,

    Acha mesmo que foi bem conduzida a discussão dentro do GT? Que tudo foi só um “choro” das centrais patronais?
    Acha que a presidência concordou com isto?
    Uma curiosidade: Qual federação procurou o Ministro? E qual foi o pedido que ele fez?

  86. Frederico

    on setembro 6 2011

    Considerando que as centrais foram contrárias às propostas patronais e que inclusive uma delas publicou que “as confederações patronais tentaram mais uma vez criar obstáculos para o início do uso do Ponto Eletrônico, fato que foi repelido pelas centrais”, vejo que foi “choro” mesmo.
    A presidência tomou uma decisão política. E a decisão política é que valerá em 3 de outubro (ou em qualquer outra data).
    A federação filiada à CUT solicitou ao ministro, por intermédio de uma então senadora, que regulamentasse o ponto eletrônico. Essa informação consta na internet.

  87. autor

    on setembro 6 2011

    Frederico.
    Sua posição é a do MTE. Estamos corretos ao afirmar isto?
    Ah! Por favor, envie o link para ficarmos mais informados sobre o assunto.

  88. Frederico

    on setembro 6 2011

    Não estou emitindo opinião própria.
    As centrais sindicais manifestaram-se a favor da Portaria 1.510/2009 e rejeitaram as propostas das confederações patronais. Além disso, a Anamatra e a ANPT também emitiram nota favorável à portaria.
    Eis os fatos, independentemente de minha opinião. Como entidades, todas elas são favoráreis à portaria (o que não impede de, isoladamente, um procurador, um juiz ou um sindicalista ser contrário à norma).

  89. Andrade

    on setembro 6 2011

    http://www.senado.gov.br/atividade/materia/getPDF.asp?t=95808&tp=1 segue para quem interessar link com as emendas apresentadas na CCJ

  90. Andrade

    on setembro 6 2011

    http://www.senado.gov.br/atividade/materia/getPDF.asp?t=95798&tp=1 tem um requerimento também, ou seja a novela ainda terá muitos capítulos, enquanto isso nós meros mortais, fabricantes, revendas, trabalhadores, empresários, ficamos todos a mercê da boa vontade de resolver do nosso poder politico

  91. autor

    on setembro 6 2011

    Andrade,

    É por isto que temos sido insistentes na questão técnica.
    E você que é do mercado, sabe disto.
    Deveríamos nos unir mais fortemente para reinvindicar que a solução fosse técnica e juridicamente bem conduzidas. Se isto estiver correto, amigo, não existirá insegurança!

  92. autor

    on setembro 6 2011

    Frederico,

    Sendo assim um porta-voz do MTE, os fatos estão sendo relatados sob esta ótica. Mas já é grande passo entendermos o que se passa por lá.
    Mas… gostaríamos de uma opinião: Acha mesmo que o REP vai adiante mesmo com os erros já documentados e relatados? Qual o ganho que terá o trabalhador?

  93. Frederico

    on setembro 6 2011

    As notícias não são o relato sob a ótica do MTE.
    Basta pesquisar na internet e verificar as notas da ANPT, da Anamatra, da CUT e notícias das demais centrais sindicais.
    Como já disse anteriormente, minha opinião é que a decisão sobre a Portaria 1.510/2009 será estritamente política, quer pela Presidência, quer pelo Congresso.

  94. Andrade

    on setembro 6 2011

    pois é autor eu concordo com você sabe, ms lha isso já esta desgastante demais, ninguém mais sabe como conduzir a situação, imagino que hj a visão politica esta assim, se revoga a portaria e abre discussão quem fabricou e quem comprou se prejudica, se empurra “guela” a baixo a portaria ( pois é o que vão tentar fazer ) os equipamentos não garantem 100% de eficacia, digo isto por conhecimento de causa ( detalhe sou revenda, não fabricante ), porém o que acontece é que o governo demorou muito a se mexer quanto a derrubada ou efetivação da portaria, qualquer um dos lados será prejudicado, seja qual for a decisão, e isso é inevitável infelizmente, agora se me perguntarem minha opinião particular, torço para que nosso Brasil possa um dia ser realmente um Grande Pais, não um “Pais Grande”.
    Isso só vai acontece quando realmente todos os nossos conceitos sejam mudados.

  95. Roberto Santos

    on setembro 6 2011

    Autor, fatos e contradições de vocês II:

    1. Continua defendendo a necessidade de suspender e que já tentaram dialogar. Não vi em seu próprio site sugestão técnica para corrigir tais problemas técnicos.
    2. Quando mostramos suas contradições, você não divulga ou justifica que devemos falar somente das questões téccnicas. Acima, você e Maria da Conceição (faz parte do grupo) estão tratando somente questões técnicas?
    3. Por quê vocês ainda tentam se manter no anonimato? Muitos depoimentos favoráveis ao autor são oriundos de representantes de empresas que infelizmente não poderão continuar no segmento de ponto eletrônico, exemplos: sistemas que não utilizam o REP, apenas o PC, fabricantes de relógio que optaram não investir em pesquisa.
    4. Mais uma contradição, dizer que os danos serão maiores se a portaria vigorar.
    Vocês defendem: Abandonar, começar envolvendo dezenas de representantes para um novo projeto(muitos anos para elaborar algo que jamais será unânime). Qual seria o custo disso?

    Autor, tens coragem de relacionar o grupo de responsáveis pelo site e obter alguma credibilidade?

    Muito Obrigado!
    Roberto

  96. autor

    on setembro 6 2011

    Frederico,
    Alinham-se nas declarações todas as entidades citadas. Há boa articulação dos idealizadores neste sentido.
    Se a decisão é política, que seja! Mas que a falta da técnica na condução da P1510 é que dará o tom. Esta é nossa opinião.

  97. autor

    on setembro 6 2011

    Andrade,

    Sábias palavras. Torcemos da mesma forma. Mas lutamos. Lutamos muito por isto também. Pode crer!
    Aí fica o convite: traga suas vivências com os equipamentos para nossa discussão. Se preferir, deixe informações na parte contato do site. Neste espaço as informações permanecem em sigilo.

  98. autor

    on setembro 6 2011

    Roberto Santos,
    Contradição: Ato de contradizer-se. Incoerência.
    Nossa posição se mantém firme desde que iniciamos este portal de discussões. Não há contradição.
    1) Suspender é a saída. Qualquer outra é paliativo.
    2) Nascemos para discutir questões técnicas. Este é e sempre foi nosso foco.
    3) Fazer deste site uma vitrine nunca foi nosso desejo. Por isto aqui podem transitar “anônimos” como você e a Maria da Conceição.
    4) Questão de lógica: pouco mais de 10% das empresas investiu no REP. E pouquíssimas estão utilizando. Basta constatar os parcos registros no CAREP. Assim, a grande maioria foi salva do prejuízo com INFORMAÇÃO.
    Defendemos que haja primeiramente estudo por parte do governo. Dimensionar o problema e ver se existe a necessidade de mudar o mercado. Defendemos que o Governo interfira o mínimo possível no mercado. E se estruture para combater eventuais fraudes com inteligência.
    Tivemos coragem para manter nossas opiniões por longos 2 anos, apesar das pressões contrárias.
    E conquistamos a credibilidade que faz deste forum o único a reunir representantes de toda a sociedade envolvida no assunto, inclusive você. Continue aqui nos prestigiando. Obrigado.

    Em tempo: Contradição também quer dizer oposição e contestação. Este sim é o sentido real deste nosso espaço.

  99. Andrade

    on setembro 6 2011

    boa noite a todos, atendendo ao convite do autor vou relatar aqui apenas uma situação de inúmeras que temos vivido desde que a portaria 1510/09 foi publicada, no ano passado assim que sugiram os REPs no mercado, fomos uma das primeiras revendas a comercializarem os equipamentos em nossa região, a principio tudo parecia uma maravilha, embora os equipamentos fossem diferentes dos convencionais não tivemos dificuldade em manusear os equipamentos, então começou nossa “SAGA DO REP” desde então se passaram 14 meses desde que vendemos o primeiro REP, não vou aqui falar o numero de equipamentos que vendemos pois isso não vem ao caso, mas digo que não foram poucos, representamos em nossa região pelo menos 4 fabricantes de REPs,desde apenas uma marca não apresentou alguma falha na memória em algum aparelho, embora tenha apresentado outros problemas, resultado, foi para a fabrica e teve memória trocada ou seja as informações que existiam no equipamento se perderam, fato é que como o relógio ainda não é obrigatório a perda de memória não gerou dano grave para o cliente, porém hoje temos comercializamos ainda os equipamentos porém temos medo de quando isso se tornar obrigatório se torne um problemão não só para o cliente mas para nós tbm, pois afinal de contas fomos nós que vendemos né…quero deixar bem claro que não estou aqui levantando nenhuma bandeira nem a favor nem contra a portaria, apenas estou relatando algo que vi acontecer.

    PS nome do erro “ERRO NA MRP”

  100. Jonas K.

    on setembro 6 2011

    Que algumas pessoas que comentam permaneçam no anonimato ok, mas o autor e responsáveis do site não deveriam….quem dá crédito a um site anônimo ? Por favor responda claramente, sem subterfúgios, Por que você autor não se identifica ? (Estou falando de você não das pessoas que comentam).

  101. APARECIDO

    on setembro 7 2011

    Prezado Senhor Carlos Gomes

    Sinceramente eu concordo contigo sobre o GT que foi criado pelo próprio MTE. Existem mais de uma associação que antes eram contra o REP e agora mudaram a sua opinião. O Senhor HENRY que é o presidente a ANAMATRA defende o REP, mas eu conheço e já vi uma infinidade de Juízes que entendem que o REP é desnecessário no processo, ou seja, a opinião particular dele não é unanimidade entre os juízes. Concordo com o autor quando ele fala que “a solução é técnica e deve vir do bom senso”, pois eu acho que devem deixar de lado os partidos políticos, as trocas de favores e tudo que é comum no Brasil e partir para uma análise técnica do processo.
    - Por que o REP foi criado?
    Resposta: Para eliminar fraudes de empresários desleais.
    - E ele evita fraude de empresários desleais?
    Resposta: Não, pois o empresário pode pedir aos funcionários para dar a saída no horário, pegar o comprovante e voltar ao trabalho sem marcar o ponto.
    - Então o que substituiria o tal REP com mais eficiência?
    Resposta: A criação de linhas 0800 de disque denúncia onde o funcionário pudesse no mais absoluto sigilo denunciar este tipo de fraude, pois seria econômico para todos e quando um fiscal fosse visitar uma empresa, já seria sob denuncia, ou seja, uma visita quase certeira. Afinal, o empregado e o MTE são as partes mais interessadas.
    - Todos os REPs certificados até agora seriam aprovados se fossem novamente certificados hoje utilizando as novas regras de certificação?
    Resposta: Não. Acredito que 99% dos REPs que estão no mercado não passariam pela regra atual de certificação.
    - Nossa! Como conseguiram deixar chegar a esse ponto enquanto várias empresas no Brasil estavam adquirindo o REP que não passariam por uma nova certificação?
    Resposta: Existem pessoas que falham seriamente por falta de humildade, dificuldade em dizer: vamos parar por aqui que nós erramos. Eu atribuo esta falha 100% ao MTE e ao Ministro que tinham conhecimento de tudo isso, mas preferiram manter a decisão.
    - Nossa! Mas como empresas fabricantes de relógio tão experientes no processo de ponto deixaram isso acontecer e embarcaram neste projeto mesmo sabendo que ele era desnecessário e complexo?
    Resposta: Pura ganância.

    Até mais!

  102. Roberto Santos

    on setembro 7 2011

    Autor, fatos e contradições de vocês III:

    Credibilidade? Para começar, duas contradições na sua resposta acima. Não é o único fórum a reunir representantes de toda a sociedade envolvida no assunto. No blog do Marcos Alencar isso também está acontecendo, além disso Maria da Conceição reconhece no blog do Marcos Alencar que é desenvolvedora de software e faz parte do grupo deste site, inclusive fez propaganda para pessoas como eu entrar aqui.
    Nasceram para discutir questões técnicas, ou seja, estás afirmando que vocês só pretendem comentar questões técnicas. O que eu e você estamos discutindo é técnico? Não abuse da inteligência dos demais!
    Não respondeu ainda quem faz parte do grupo e ainda não sugeriu qualquer solução porque pretende induzir a deixarem como era antes e voltar ao mercado. Por isso, sua oposição, não deixa de ser nobre mas sugiro que defendam a real intenção pois eu concordaria mais com você se soubesse que fazem parte de empresas que estavam anos no mercado e não tiveram chance de adaptação.
    Obrigado
    Roberto!

  103. Marcio

    on setembro 7 2011

    Aproveitando o gancho da “SAGA DO REP” sou de uma empresa que comercializa relógios de ponto. Comercializamos poucos REPs e atualmente desistimos de trabalhar com este tipo de equipamento. Os problemas técnicos apresentados são gravíssimos, como perda de dados, ou seja, não atende a que se propoe a P1510. Tívemos que devolver dinheiro para cliente por deficiencia técnica. E, acreditem, atualmente trabalhamos apenas com equipamentos com registro mecanico, para manter o nome da empresa que tem mais de duas décadas.

  104. autor

    on setembro 8 2011

    Jonas K.
    O valor aqui é o das idéias, não o das pessoas.
    A identidade de cada um não importa. Importa se o que dizem merece a atenção de vocês leitores.
    E parece que realmente isto não tem tido importância nem mesmo para os que continuam aqui a contestar.
    Obrigado pela participação.

  105. autor

    on setembro 8 2011

    Roberto Santos,
    Desculpe mais uma vez, mas está tão redondamente equivocado em suas teses que nem há sentido em manter este diálogo.
    Não estamos aqui para discutir problemas individuais, dificuldades pessoais e afins.
    Isto nos tira do foco da discussão e não é nossa intenção aqui.
    Aceitá-lo no grupo de discussões é um prazer. Você contribui como os demais.
    Mas por favor, nos ajude a manter a discussão dentro da problemática da Portaria 1510, ok?
    Obrigado.

  106. autor

    on setembro 8 2011

    Márcio,

    Obrigado por nos confiar estas informações.
    O triste é ver ainda algumas empresas lutando por manter esta mentira.
    Será difícil refazer a confiança do mercado em equipamentos de ponto depois desta loucura. Mas é com atitudes assim que teremos sucesso nisto.

  107. Maria da Conceição

    on setembro 8 2011

    Sr. Roberto Santos,

    Eu não entendo o seu desconforto em não saber o nome da empresa na qual trabalho, meu RG e meu CPF. O Sr. age como se apenas de posse destas informações as minhas colocações ou opiniões seriam dignas de crédito.
    Veja que você mesmo não dá qualquer informação sobre a sua identidade, até porque homônimos de Roberto Santos temos aos milhares neste país.
    O ponto importante é que os defensores do REP sempre tentam desqualificar qualquer opinião contrária dizendo que elas partem de empresários frustados que não tiveram “competência” para fazer um REP. Eu já vejo de outra forma, são empresários responsáveis, com uma visão de mercado muito maior do que a visão míope e gananciosa dos empresários que saíram correndo para fazer um REP mesmo sabendo que isso seria a maior barca furada, e agora agem como se fossem pobres e inocentes empresários que não tiveram escolha, pois ou fabricavam o REP ou fechavam as portas. Puro discurso! Na prática o mercado está acompanhando de perto e muitas das empresas que compraram o REP se sentem prejudicadas e até mesmo enganadas pelos fabricantes e seus vendedores que faziam “terrorismo” dizendo que o prazo estava chegando e que a fiscalização iria começar. Cansei de receber e-mails de SPAM destes fabricantes com estes dizeres o que demonstrava o desespero em tentar vender seus estoques antes que o barco afundasse de vez.
    O fato é que o MTe e a ANAMATRA agiram errado no começo, mais foi a conivência dos fabricantes de relógio que permitiu que este desastre chamado “Portaria 1.510″ fizesse tantas vítimas até agora.
    A discussão aqui é técnica sim e ela se resume ao seguinte: O REP é um engodo e não existe mudança nele que conserte o que está errado! A única solução hoje é cancelar esta portaria e começar do zero, de onde deveria ter sido na primeira vez, com uma longa série de consultas públicas, opinião de especialistas, prazos factíveis, etc.

  108. autor

    on setembro 8 2011

    Prezada Maria da Conceição,

    O alinhamento de nossa opinião com o que você tem comentado aqui é visível.
    Apesar disto ainda não tivemos o prazer de tê-la conosco na articulação do portal.
    Reforçamos o convite que fazemos há tempos. Entre em contato!

  109. Maria da Conceição

    on setembro 8 2011

    Prezado Autor,
    Eu devo pedir a você e a todos que participam desta discussão que entenda minha posição. Eu contribuo com opiniões aqui de forma pessoal, como pessoa física e não tenho autorização para representar a opinião da empresa na qual trabalho hoje. Me identificar explicitamente significa colocar a minha empregadora em uma posição desconfortável, o que não é meu objetivo.
    Gostaria de continuar participando desta discussão, dando opiniões nos momentos oportunos mais não tenho a possibilidade de fazer mais do que isso sem implicar outras pessoas, até porque sabemos que pode haver retaliações tanto por parte do governo quanto por parte do mercado (concorrentes)

  110. Euzébio

    on setembro 8 2011

    Tem um coisa muito engraçada em várias respostas que cobram do autor o “não anonimato” e proposta de mudança: para que isso?

    Não vi o autor proibir comentários de ninguém e, mais ainda, ele não abusou de seu direito de falar o que pensa. Não xinga, não calunia, nada disso. Apenas expõe sua opinião. Para que dizer seu nome? O nome do site é que importa e, se o autor praticar algo que seja crime ou que requeira reparação por danos morais ou materiais, os interessados que entrem com o processo, pois, tenho certeza, saberão facilmente por servidores qual o responsável.

    E, sinceramente, para que apresentar proposta? Para que os árduos defensores voltem na mesma linha do “nosso projeto” é o melhor? O REP é sensacional? Não é, desculpem, não é. Ele foi criado única e exclusivamente sob a lógica da fiscalização e para a fiscalização e nenhum país do mundo, nenhum governo que busca um país funcional, cria um equipamento obrigando todo mundo apenas sob a ótica da fiscalização. E, pior, sem participação da sociedade no processo para saber se vai atender. O conhecimento dentro de um gabinete (do MTE, por exemplo) é grande, mas não vai nunca alcançar a plenitude de um país grande como o Brasil. E, para ser um grande país, são as pessoas que importam, não um aparelho.

    Como dito acima, o REP não vai resolver fraudes, só vai mudar ALGUMAS delas. Todo o resto, que não frauda e continuará não fraudando, é quem vai ser penalizado sendo obrigado a comprar um equipamento que não é bom (visto que construído dentro da lógica do gabinete, não da realidade).
    A ideia é essa: várias pessoas têm câncer no Brasil ENTÃO vamos obrigar todos a fazer quimioterapia e mais, com o próprio dinheiro!

  111. Maria da Conceição

    on setembro 8 2011

    Senhores,
    Vejam mais uma do “infalível” REP: http://tn.temmais.com/noticia/8/53710/medicos_do_hc_de_botucatu_nao_cumprem_horarios_de_trabalho.htm
    Perceba que eles marcam ponto num REP…

  112. autor

    on setembro 8 2011

    Maria da Conceição,

    Obrigado por participar da maneira que melhor lhe convier.

  113. autor

    on setembro 8 2011

    Euzébio,

    Sábias considerações!
    Obrigado por nos visitar.

  114. Maria da Conceição

    on setembro 8 2011

    Mais um juiz do trabalho decide contra a portaria:
    http://www.fehospar.com.br/news_det.php?cod=6104

  115. Jonas K.

    on setembro 8 2011

    Não vão comentar o que está ocorrendo no Senado ? Para quem considerava favas contadas a derrubada da Portaria no Senado deve agora estar repensando…

  116. Maria da Conceição

    on setembro 8 2011

    Jonas K.
    Qualquer um que aposte um centavo em qualquer dos lados corre um sério risco de perder. Não acho que ninguém aqui contou como já derrubada no senado. Não somos inocentes ao ponto de imaginar que algo assim aconteceria tão rápido. Sabemos sim que num pais onde um regulamento como este da Portaria é publicado sem o menor cuidado ou preparo, tudo pode acontecer, tanto para um lado quanto para outro.
    Sendo assim acho que falo em nome de todos os que são contra a portaria: “Não é uma questão de quem ganha ou quem perde, é uma questão de lógica, e a lógica não tem versões”
    Pode até ser que o Senado jamais derrube a portaria, até porque pelo o que estamos assistindo com o MTe sendo o último a saber que a portaria deles tinha sido adiada pela presidência da república, nem será necessário o empurrão de ninguém, a portaria já está morta!

  117. autor

    on setembro 8 2011

    Jonas,

    Se está falando sobre as emendas e requerimentos feitos no Senado, ainda sequer se sabe se serão aceitos.
    Assim, analisemos também o que ocorreu na Câmara. Feitos alguns requerimentos… foram negados. O projeto de sustação da Portaria segue seu curso.
    Só temos a lamentar que estejam articulando somente para atrasar o andamento dos projetos, já que tentar sensibilizar os Parlamentares para discutirem o assunto ou votarem contra o projeto parece missão bem mais difícil…
    Enquanto isto, contamos com uma visão técnica do Governo, pois é de lá que, esperamos que venha a decisão.

  118. Carlos Gomes

    on setembro 8 2011

    qualquer que fosse o sistema de ponto mais moderno do mundo seria burlado pelos médicos da matéria de dª Maria da Conceição, pois aí tem envolvimentos de superiores, acordos politicos e etc; o fato é que não existe nenhum sistema infalivel para nada, sempre existirá um mal intencionado.

  119. Maria da Conceição

    on setembro 8 2011

    Eis o motivo de acreditar que o REP é uma enganação! Não se resolve este tipo de problema com tecnologia! se resolve com educação. Não importa se o lado desonesto é do empregador ou do empregado.
    A matéria é importante para mostrar que em casos como este, o funcionário desonesto está mais protegido hoje com o REP do que no passado… Veja que a empresa que descobre este tipo de ato ilícito vai ter muito trabalho para explicar o porque não considerou as marcações que estão na memória do REP e no comprovante na mão do funcionário.
    O REP não resolve nada e nunca resolverá.

  120. Valdir R. Silva

    on setembro 8 2011

    Pessoal,

    Embora o meu comentário esteja chegando após a opinião de 117 participantes, gostaria que ele fosse lido por aqueles que desejam realmente encontrar uma solução para esse elefante branco chamado Portaria 1.510.

    Aproveito a oportunidade para expressar o mais profundo elogio a pessoas como a Conceição que em todo esse tempo tem demonstrado que “Tem bala na agulha”, Ela sempre trás notícias que incomodam aos defensores da portaria, mas isso feito com galhardia. Parabéns.

    É claro que existem outros do mesmo naipe, que colocam suas opiniões baseadas em fatos que, por si só, mostram provas irrefutáveis que somente não aceitas por alguns que, ” parecem estar ganhando um bom dinheiro com o REP”. Esta é a única explicação que encontro.

    Exemplo disso, de que esse tal REP não vai resolver o problema, está nesse post da Conceição que mostra a situação real que acontece no dia-a-dia das pessoas que realmente precisam desse controle. Esses médicos, como outras profissões, precisam de fiscalização e… CADEIA. Estão roubando as pessoas, todos nós que pagamos impostos. A direção das empresas deveriam, também ser penalizadas por “fecharem os olhos”, Mas o que fica PATENTE é que o REP precisa ser repensado.

    Mas gostaria de deixar uma resposta em especial para o sr. ROBERTO que logo acima citou que empresas como a minha, QUE UTILIZE O COMPUTADOR COMO RELÓGIO, não poderão mais participar do mercado de ponto eletrônico. A ele pergunto?

    Baseado em O QUÊ dentro da sua sapiência o senhor pode afirmar uma barbaridade dessas! Para o senhor deixo só uma questão para ser analisada, aliás, fato que já postei em vários post.

    O senhor sabe como é feito a APURAÇÃO DE UMA ELEIÇÃO? por exemplo da nossa presidenta Dilma? Pois é, meu senhor, foi feita através de SOFTWARE que garante para todos os brasileiros que a eleição foi correta, sem FRAUDES! Os programadores que fizeram aqueles softwares estudaram nos mesmos livros que os da minha empresa e de outras como nós. Garanto os nossos são bons! Bons até demais que conseguem fazer todo o trabalho de UM TAL REP e outros similares sem que a empresa tenha custos exorbitantes como são os necessários para adquirir um REP.

    Só para concluir, quero que saiba que não estou afirmando que o nosso PONTO ELETRÔNICO vai acabar como fraudes como as que citei. Estas, meu caro, somente com fiscalização tanto da empresa como do ministério do trabalho.

    Valdir R. Silva

    PS:

    Quero parabenizar ao site pela prova incontestável da sua importância. Basta ver o número de participantes para ter a certeza de que aqui existe democracia. Acho até, que a nossa presidenta, vez por outra, deve dar uma passadinha por aqui.

    Por estas e outras é que ela ASSINOU A SUSPENSÃO DA PORTARIA SEM DAR A MÍNIMA IMPORTÂNCIA AO CARGO DO SR. MINISTRO que ficou sabendo que dita cuja havia sido adiada pela imprensa. Afinal ele pode ser substituído a qualquer hora.

  121. APARECIDO

    on setembro 8 2011

    Prezado Senhor Valdir R. Silva

    Acredite ou não, eu ja ouvi de um mega empresário do segmento de fabricação de relógios eletrônicos que tinham que arrumar um jeito de acabar com este tal Relogio Virtual que é o registro de ponto em computadores.
    Na verdade eu conheço e posso garantir que ele é muito mais eficiente e seguro que o relógio eletrônico, além de não dar manutenção por ser um Software. Existem pessoas que estavam até falando que o Relógio Virtual era a evolução do relógio eletrônico tradicional.
    O seu produto representa uma grande ameaça aos fabricantes de relógio eletrônico, apesar de ser mais econômico, seguro e eficiente.
    Espero que o Senhor Ministro reveja este assunto, pois para quem estava usando o Relogio Virtual, ter que usar o REP será o mesmo que ter uma ferrari e voltar ao fusca.

    Um abraço,
    APARECIDO QUEIMAREP

  122. Flávio Martins

    on setembro 9 2011

    Companheiros,

    Se somos um país continental, temos nossas variáveis do norte ao sul do País com grande diversidade de atividades e rotinas onde, inclusive, podemos ter funcionários com a liberdade e a responsabilidade de trabalhar em casa, sem imputar custos ao patrão com refeições e deslocamentos.

    Se o nosso pensamento e a nossa compreensão for tão grande quanto a nossa nação, encontraremos espaço para os fabricantes de softwares, ponto virtual, relógios cartográficos, REPs…

    A divergência começa quando queremos impor um controle universal para uma realidade tão diversa, com cada um apostando no resultado que melhor lhe favorece.

    A máxima é ter uma solução que atenda aos Magistrados e aos Auditores Fiscais com base na segurança do registro realizado para a nossa realidade continental e o REP, mesmo com o processo corrigido, não cumpre este papel.

    É triste quando os interesses pessoais avançam sobre o tão importante valor do relacionamento e do interesse coletivo. Pessoas, como D. Pedro I e Tiradentes deveriam se manter vivos na memória de cada cidadão, principalmente os de poder público, um incondicional exemplo de, democraticamente, defender os interesses de uma grande maioria.

  123. Valdir R. Silva

    on setembro 9 2011

    Flávio Martins
    e
    Aparecido,

    A minha empresa existe desde 1978. Trabalhamos com os relógios mecânicos, depois os elétricos, a quartzo e depois os informatizados, relógios de fabricação e domínio de duas únicas empresas de um mesmo dono, já naquela época. Monopólio. Era o tempo da reserva de informática o que significava que OS DONOS DO MERCADO eram, realmente, os donos da grana.

    Em 1994, já com a tal reserva “excumungada”, nós criamos o nosso primeiro Software que dispensava o uso do relógio físico. Desde então trabalhamos exclusivamente sem relógios. Gastamos até hoje perto de R$500.000,00 para desenvolver a ferramenta. Isso nos permitiu criar um SOFTWARE que atende a qualquer tipo de empresa. Empresas com 01 funcionário ou com 1.000 ou mais. Imagine, uma empresa com essa quantidade de funcionários: Ela precisaria comprar pelo menos 20 REPs, ou seja: 20 x R$2.700( dos mais baratos)= R$540.000,00!!!!! Sem falar na reposição das bobinas…isso é outro ELEFANTE BRANCO!

    Fazemos o mesmo serviço, com muito mais SEGURANÇA, SEM GASTOS FUTUROS COM MANUTENÇÕES ( tipo trocar a rebimbosca da parafusima, ou a tampa da parafusela, muito usadas nos tais relógios, etc…). Pois bem com um custo abaixo de R$20.000,00 instalando, inclusive, mais pontos de registros, COM A POSSIBILIDADE de administrar filiais em qualquer parte do mundo.

    Para completar, o nosso sistema ainda tem uma versão em que o ponto pode sr feito através de CELULARES, COM GPS, oferecendo total garantia de que o servidor está REALMENTE no local de trabalho. Isso tudo com recibo desse registro, feito na hora e podendo ser guardado pelo servidor. Imagine uma empresa, por exemplo telefonia, que têm mais de 1.000 funcionários que trabalham o tempo todo externamente e que oferecem os horários trabalhados sem nenhum controle. Só a palavra dele. Sem querer ofender a ninguém, mas bastaria arredondar os finais de trabalho: Terminou 18:27 e arredonda para 18:30. Isso é normal. É feito sem intenção de roubar. três minutos de um ou dois, não que dizer nada, mas de 500, por exemplo, são 1500 minutos. Faça a conta de um funcionário que ganha acima de R$1.500,00 por mês e veja o prejuízo.

    Com o nosso software teríamos a conta real, sem prejuízo para nenhum dos lados.

    Acho que estes SÃO APENAS alguns dos motivos porque a PORTARIA 1.510 não se dignou nem, ao menos, de dar uma explicação por que o Ponto Virtual seria proibido. Será porque o Ponto Virtual realmente deixa os relógios inúteis como são? Cegos, mudus e surdos? Por que quem na realidade, tanto no Ponto Virtual como nos REPs, quem faz todo o trabalho É O SOFTWARE! e CUSTA MUITO MAIS BARATO!

    Uma pergunta ao sr. Minsitro Lupi. O senhor seria capaz de responder o porquê dessa proibição, se em qualquer parte do mundo, e mesmo no nosso país, a ferramenta mais utilizada ( ELEIÇÕES – JUDICIÁRIO – COMÉRCIO EM GERAL) É A INFORMÁTICA! A INTERNET!

    O nosso sistema deixou e ainda continua deixando muita gente preocupada, dormindo pouco, pois quando comparado a QUALIDADE + PREÇO, ganhamos em disparada!

    Valdir R. Silva

  124. APARECIDO

    on setembro 9 2011

    Bom dia Valdir!

    Concordo plenamente com as suas palavras, apenas quero corrigir uma conta: R$2.700,00 x 20 = R$54.000,00 e não R$540.000,00 como você colocou. Se bem que com gastos com manutenção e bobinas certamente em alguns anos chega neste valor, enquanto o seu produto fica nos R$20.000,00 e o cliente não tem mais nenhum gasto.

    Um abraço,

    APARECIDO QUEIMAREP

  125. APARECIDO

    on setembro 9 2011

    Eu quero parabenizar os organizadores deste blog e do blog do Dr. Marcos Alencar por estarem desde o início desta Portaria 1510 do MTE mantendo a mesma posição contra a mesma. Eu já vi associação e sindicato mudar de opinião sem explicação.
    O fato é que já passou da hora de nós brasileiros deixarmos de ser cornos do governo. No governo Lula e no atual da Presidenta Dilma, as coisas começaram a mudar a favor dos mais pobres e necessitados, ou seja, o próprio mundo reconhece que está havendo um pouco mais de justiça com o povo brasileiro, mas eles estão no começo e mudar em doze anos o que esteve errado a vida inteira não é fácil.
    Todo este abuso acontece porque permitimos tudo, aceitamos tudo por mais absurdo que seja. Até criticamos no começo, mas depois aceitamos e isso demonstra o quanto somos desunidos e despreparados como nação. Diante disso, não seria errada aquela frase “Cada povo merece os políticos que tem”, pois aceitamos tudo e assim fica muito fácil para eles.
    É por isso que devemos parabenizar esses dois Blogs, pois o Brasil é um país imenso e apenas esses levantaram a bandeira contra a Portaria e mantiveram até agora.
    São milhões de injustiças que o povo aceita. Vou citar somente um absurdo que o povo aceita calado: Um carro que texto editado foi lançado no USA com vários itens de série que nem se quer são oferecidos aqui no Brasil. Para comprar um lá o gringo gasta $15.800 dólares o que representa hoje R$26.386,00. No Brasil, o mesmo carro com diversos itens de série a menos custa R$70.000,00, ou seja, dá para comprar 2.65 carros. Fala a verdade: é um absurdo não é? O pior é outro fabricante de automóveis que esta exportando aqui do Brasil um modelo por aproximadamente R$26.000,00 reais para o México e com certeza devem estar tendo um bom lucro. Seria fácil demais resolver isso, bastando que todos os brasileiros ficassem seis meses sem comprar carro. Apenas seis meses, não é difícil. É isso que fariam os povos Franceses, Ingleses, Alemães e outros dos países desenvolvidos. Mas o povo brasileiro não tem união, representante, união estudantil e vergonha de ser enganado assim.
    Parabéns mais uma vez!

    APARECIDO QUEIMAREP

  126. autor

    on setembro 9 2011

    Aparecido,

    Obrigado pelas opiniões.
    Foi necessário editar seu texto. Aqui tentamos não expor marcas de produtos nem fabricantes.
    Caso queira contribuir conosco através de experiências sofridas pela P1510, envie seus dados pela parte contato do site.

  127. Newton Junior

    on setembro 9 2011

    Prezado Valdir,

    Lembro que a Lei 12.034/2009 exigirá, a partir das eleições de 2014, que seja impresso o comprovante da votação.
    Essa lei visa justamente minimizar a fraude por software nas urnas eletrônicas.

  128. Flávio Martins

    on setembro 9 2011

    Amigo Valdir,
    Legal. Com 14 anos, em 1978, eu levava almoço para o meu pai em uma destas indústrias, onde permanecia contemplando as soluções mecânicas e de centrais horárias diariamente. Respeito estas indústrias: Aproveitaram as respectivas fases e praticamente originaram a realidade profissional do Brasil de hoje neste segmento. Eu, particularmente, não tive outra atividade.

    Minha exposição coincide dom a sua: vivemos em um país continental com milhares de opções tecnologicamente maravilhosas (como a sua) para uma igual diversidade de necessidades, de considerações e interesses…

    Precisamos de soluções confiaveis e abrangentes. Reiterando: O REP, com as devidas correções, pode representar uma ótima solução, específica para determinada aplicação. Considero pretenciosa a idéia de considera-lo como único, afunilando a diversidade para uma única solução. Creio que esta remota possibilidade esteja associada à penalização da sociedade no abandono de tecnologias mais sofisticadas.

  129. autor

    on setembro 9 2011

    Newton,
    Sem mudar muito o nosso foco, não se compara a Portaria 1510 à Lei 12034. Primeiramente porque o instrumento utilizado no caso das urnas é uma Lei. Segundo porque a lei em questão parte do princípio da falibilidade dos equipamentos, e busca portanto detectar a fraude e impossibilitar que ocorra. Ao invés disto, a Portaria 1510 tenta convencer a todos que os REP são infalíveis.
    Além disto, a prova em papel não ficará de posse do eleitor, mas sim retido no interior da própria urna como contra-prova. Este fator isoladamente já nos mostra o quão diferentes são os conceitos destes 2 equipamentos.
    Que seja de nosso conhecimento, a 1510 não tem precedentes, principalmente pelos erros conceituais onde a tecnologia foi empregada como solução “inquestionável”.

  130. autor

    on setembro 9 2011

    Flávio,

    O REP, se não existir a portaria 1510, torna-se um equipamento comum como os demais. Inexistirá a falsa idéia de memória infalível.
    Um equipamento de desempenho restrito, pois não permite programações nem funções correlatas.
    Um equipamento que pode expor os dados da empresa (via porta fiscal) a qualquer um.
    Que onera a empresa e o empregado pelo custo dos insumos (bobinas).
    Que é muito mais sujeito a defeitos, pelo emaranhado de mecanismos internos.
    Um equipamento muito mais caro que os demais.

    Mesmo que se mantenha o REP numa imaginável abertura do MTE para a coexistência deste com tudo o que existe atualmente, achamos que ele não será muito bem aceito mercadologicamente, face aos entraves acima.

  131. Newton Junior

    on setembro 9 2011

    Não quis comparar a Lei 12.034/2009 com a Portaria 1.510/2009.
    Ainda que o REP não mais exista (ou seja facultativo), não é possível garantir a segurança de um registrador de ponto exclusivamente por software.
    Daí a analogia com a urna eletrônica.

  132. autor

    on setembro 12 2011

    Newton,
    Também quisemos mostrar que a analogia não é perfeita.
    Amigo, esta visão de segurança apenas com hardware é somente do MTE… É possível sim obter segurança dos dados através de software no mínimo ao mesmo nível do idealizado pelo Ministério.
    Falta discussão técnica aprofundada! Falta bom-senso!

  133. Newton Junior

    on setembro 12 2011

    Acho que, se realmente houvesse, soluções já teriam sido explicitamente expostas.
    O voto eletrônico, da forma como é hoje, não é seguro.

  134. autor

    on setembro 12 2011

    Newton,
    Discussão técnica deve ser feita com técnicos. O MTE até hoje não se dispôs ao diálogo técnico. Você deve saber disto, pois é do MTE.
    O REP e a Portaria 1510, da forma como estão hoje, não são seguros!

  135. Frederico

    on setembro 12 2011

    Autor,
    O diálogo técnico não existiu e não existirá porque não é conveniente para as confederações patronais. Se o fosse, teriam indicado técnicos para o grupo tripartite.
    É por isso que digo que a decisão será estritamente política.

  136. autor

    on setembro 12 2011

    Frederico e Newton,

    As restrições impostas pelo MTE neste grupo de trabalho foram enormes.
    As confederações patronais indicaram técnicos mas o MTE ainda assim não permitiu diálogo.
    O formato adotado no Grupo de trabalho não permitiu que houvesse discussão de fato. Assim, prevaleceu a vontade do MTE ao final. Isto não é discussão e muito menos uma discussão técnica.
    Ademais, o interesse do MTE deveria ser o da coisa certa. O interesse de empresas e empregados usuários de um sistema que hoje é falho em sua concepção.
    Agora, concordamos: A decisão de cancelar, assim como de editar a portaria é apenas política. Vemos que as questões técnicas sempre foram muito maltratadas.

  137. Rogério Souza

    on setembro 12 2011

    As confederações patronais não permitiram que a ABREP fosse chamada para contribuir com a discussão. Isso é interesse em discutir ? Não esqueça que a ABEP representa 95% do mercado de REP mas também representa no mínimo 80% dos fabricantes dos sistemas antigos.

  138. autor

    on setembro 12 2011

    Rogério,
    No nosso entendimento, o MTE (que ditava as ordens no GT) é que não prestigiou a ABREP.
    Por nosso conhecimento de mercado, vemos que a ABREP não alcançou posição de respeito pelos caminhos desencontrados que trilhou durante este processo. Esta é nossa opinião.

  139. Frederico

    on setembro 12 2011

    O próprio ministro solicitou composição técnica do grupo. As confederações patronais não nomearam técnicos para o grupo.
    Houve participação de técnicos indicados pelas confederações. Contudo, não convenceram as centrais sindicais, que rejeitaram a proposta.
    Com as centrais contra, resta impossível realizar qualquer mudança.

  140. autor

    on setembro 12 2011

    Frederico,
    Se é que alguém lá estivesse disposto a “ser convencido”… Espantoso seria ver o MTE e seu grupo de apoio sair de da reunião do GT de cabeça virada!
    Veja bem: se houvesse disposição a ouvir em qualquer momento, certamente este alguém seria convencido pelas evidências. E nem precisaria haver o Grupo de Trabalho. Bastaria ler diariamente este Forum com a atenção devida.

  141. Julberto Garrido Junior

    on setembro 13 2011

    Realmente este forum contribuiu em muito para a evolução técnica da portaria… tenho acompanhado e vejo que MUITAS soluções técnicas foram apresentadas aqui… realmente a soluçào para a portaria está aqui neste forum… fico bem mais tranquilo agora… o autor continua me surpreendendo… teria como aproveitar este espaço para elencar tais soluções técnicas? Criar tipo uma tablelinha com as MUITAS soluções?

  142. autor

    on setembro 13 2011

    Julberto,

    Não é com ironia que tratamos as coisas aqui.
    Você bem sabe da importância que este espaço de discussões teve na divulgação dos problemas trazidos pela Portaria 1510.
    Hora nenhuma nos propusemos a trazer a solução. A intenção sempre foi a de apontar os problemas e promover a discussão com os leitores.
    Muitos contribuíram. Até mesmo os que nos criticam trazem contribuições, no sentido que deixam transparecer a postura daqueles que representam. Isto também é importante no processo.
    O forum continua aberto a visitações e contribuições. Obrigado.

  143. Frederico

    on setembro 13 2011

    Se as centrais sindicais tivessem concordado com a proposta patronal, o ministro teria que voltar atrás e modificar a portaria.
    Mas houve exatamente o contrário. As centrais manifestaram o apoio à portaria.

  144. Julberto Garrido Junior

    on setembro 13 2011

    Eu não estou pedindo que voce tenha a solução, mas quem critica tem que necessariamente saber como resolver, acredito piamente e sem ironia que não seja SUA a responsabilidade. Mas voce fala no texto acima, que se o MTE tivesse acompanhado diariamente o blog ele treria “consertado” a portaria, eu subentendo que a solução está aqui, peço apenas a gentileza de elencar em uma tabela quais soluções TÉCNICAS foram apresentadas aqui, pois acho que eu faltei a esta aula. Como dizia meu avô “FALAR ATÉ PAPAGAIO FALA… ARREGAÇAR A MANGA E RESOLVER… SÃO OUTROS 500…” Eu comecei com boas intenções neste forum, pois acreditava que fosse um bom palco de discuções e que conhecer o outro lado da moeda me faria crescer, mas o que tenho visto aqui é puro facismo… continuo acompanhando apenas para ver se algo muda… mas pelo visto.

    PS Sou um dos que revende REP, correu atras de um equipamento que atende 100% a portaria, e também se opõe a alguns itens… por isto ainda corro atrás para solução destas questões, não sou nenhum “homem bomba a favor da 1510″.

  145. autor

    on setembro 13 2011

    Frederico,
    Insistimos: Se é que alguém lá estivesse disposto a “ser convencido”… Espantoso seria ver o MTE e seu grupo de apoio sair de da reunião do GT de cabeça virada!
    Veja bem: se houvesse disposição a ouvir em qualquer momento, certamente este alguém seria convencido pelas evidências. E nem precisaria haver o Grupo de Trabalho. Bastaria ler diariamente este Forum com a atenção devida.
    As centrais sindicais já mudaram de opinião ao longo destes 2 anos… Vamos aguardar os acontecimentos.

  146. autor

    on setembro 13 2011

    Julberto,

    A solução pode estar aqui sim. Nestes 2 anos sempre apontamos o problema. Em nossa opinião, a solução está em começar do zero. Discutindo a questão desde a origem, junto com toda a parcela da sociedade que é afetada pelo assunto. Esta é a única solução que dará certo, democraticamente discutida.
    Se quiser saber mais, nosso site pode servir de referência para auxiliá-lo a entender melhor o problema. Está tudo aí, disponível, desde quando o inauguramos. Basta acessar e ler o conteúdo.
    “O fascismo é uma corrente prática da política que ocorreu na Itália, opondo-se aos diversos liberalismos, socialismos e democracias.” Wikipedia. Isto é exatamente o oposto do que pregamos. Talvez se assemelhe mais ao que combatemos aqui.

    Pode ser você não saiba, porque não é fabricante. Não tentou homologar um REP, talvez não tenha conhecimento sobre o desenvolvimento de um equipamento eletrônico. Até mesmo porque confia muito no fabricante que representa. Mas nenhum REP atende 100% a portaria. E é por isto que você, ainda hoje, após mais de 2 anos da edição da portaria, está “correndo atrás de soluções” para o problema.

    Conte mais sobre seus problemas e nos ajude a desvendar mais um capítulo desta novela.

    Obrigado por nos ajudar.

  147. Rogério Souza

    on setembro 13 2011

    Que tal iniciar um novo tópico onde seria discutido tecnicamente entre os participantes deste forum uma alternativa ao REP ? Por que isso ainda não foi feito ? Criticar é sempre mais fácil do que construir.

  148. autor

    on setembro 13 2011

    Rogério,
    Criticar neste caso não foi fácil. Exigiu um ato de coragem. Muitos puderam fazê-lo mas temeram.
    Muitos também poderiam ter criado discussões a favor, mas não o fizeram.
    Agora, talvez todos lamentem. Nós aqui comemoramos o fato de termos tido coragem o suficiente para expor nossas idéias. E abertura o bastante para acolher as opiniões diversas dos leitores.
    Obrigado por nos ajudar nisto.

  149. Julberto Garrido Junior

    on setembro 13 2011

    Caro autor meu maior problema no momento é o fato da portaria não entrar em vigor, pois como já disse anteriormente ampliei minha área de atuação, e poucos problemas tive com meus fornecedores (hw e sw). Agora me dizer que as respostas estão aqui elencadas pelos tópicos vc vai me desculpar, eu somente achei as criticas as soluções eu não vi… agora começar do zero simplesmente por começar é inviável, é por isto que pedi para criar uma tabela com os problemas e as soluções… acho que seria uma oportunidade de talvez fomentar uma conversa mais produtiva, do que esta estória de só ficar atirando pedras por atirar…

  150. autor

    on setembro 13 2011

    Julberto,
    É visível que sua defesa ardorosa da Portaria é o interesse econômico. E ressaltamos que não vemos mal nenhum em se auferir bons lucros em qualquer atividade econômica, desde que isto não resulte em prejuízos para outros.
    Não estamos falando de problemas com fornecedores, amigo. Estamos falando de falhas de concepção. E a pergunta, neste caso não é SE vão acontecer problemas nos REP, mas QUANDO irão acontecer!
    Talvez você e seus clientes não tenham tido ainda oportunidade de perceber problemas. Muitos só serão perceptíveis quando a empresa sofrer alguma ação trabalhista. Aí será tarde demais…
    Fique muito claro para você: não acusamos ninguém ou nada de forma infundada. Tudo que dizemos aqui tem fundamento e provas materiais. O pior cego é o que não quer ver!

  151. Julberto Garrido Junior

    on setembro 14 2011

    Tudo bem… uma vez que voce tem provas materias, vamso discutir uma solução? Pedi sugestões para o melhoramento técnico do REP… caso contrário só estaremos discutindo… discutindo e não chegando a lugar algum, a menos que seja esta a intenção… discutir… discutir… e DISCUTIR, isto o blog tem feito, só não estou vendo resultado da discução.

  152. autor

    on setembro 14 2011

    Julberto,
    Está tentando forçar uma mudança de nossos propósitos.
    Não faremos propostas, pois não temos a pretensão de induzir tendências. A proposta é discutir… discutir… discutir. Isto já ajuda muito a QUEM DECIDE a tomar atitudes.
    E quem decide?
    Sobre a comprar ou não um REP: cada empresário!
    Sobre vender ou não o REP: cada revenda, cada fabricante!
    Sobre apoiar ou não a Portaria: as centrais sindicais, associações, federações e confederações patronais!
    Sobre o futuro da Portaria: o Governo! (cada vez mais, nas mãos da Presidência e menos nas do MTE)
    Um Blog não decide, mas ao discutir, procura influenciar as decisões!

  153. Julberto Garrido Junior

    on setembro 14 2011

    Entendi… oposição por oposição… formar opinião contrária sem discutir o mérito… ok… é uma visão… pequena… mas é uma visão…
    entendido…

  154. autor

    on setembro 14 2011

    Julberto…
    Você de fato não compreende, o que é uma pena!
    Quem dera pudéssemos ter o bom senso por todos os lados. Mas, o tempo irá trazer as respostas a todos.
    Visão pequena… amigo, nossa visão é a de auxiliar a todos neste país.
    Grato por participar.

  155. Julberto Garrido Junior

    on setembro 14 2011

    Não quiz menosprezar a opinião do autor, só falei que a conversa fica restrita ao fato de ser oposição, mais nada, seria itneressante poder compor uma solução, aproveitar a diverdidade de opiniões e cabeças pensantes e fazer o pensamento fluir… mas vc tem autonomia para encaminhar a conversa conform lhe convier… sem problemas… é compreensivel.

  156. autor

    on setembro 14 2011

    Julberto,
    Você é recente em nossa discussão.
    Há 2 anos mantemos o site e já vivemos situações distintas com nossos leitores.
    Não é possível transformar este forum em uma consulta pública para normatizar um equipamento. Para isto, há quem tenha muito mais expertise.
    Sugiro a você desenvolver um blog com estes objetivos. Se ocorrer, teremos prazer em participar.

  157. Alex

    on setembro 14 2011

    Julberto,

    Qual é o modelo do equipamento que você revende e que atende a 100% da portaria? Quanto está custando?

  158. Julberto Garrido Junior

    on setembro 15 2011

    Alex, fique a vontade para entrar em contato em pvt para que eu possa lhe passar maiores detalhes, acredito que não seja permitido passar tais informaçòes pelo blog. Mas se o autor permitir… posso faze-lo por aqui.

  159. autor

    on setembro 15 2011

    Julberto,
    Não permitiremos a exposição de publicidade aqui. Porém, neste caso específico onde ambos são revendedores e foram identificados corretamente, podemos encaminhar seu e-mail cadastrado ao e-mail cadastrado pelo Alex. Se você o permitir.

  160. Flávio Martins

    on setembro 19 2011

    Revista Veja18/09:Lupi é o 2º Ministro na mira do Palácio do Planalto para deixar o cargo
    19 de setembro de 2011 – No disse que me disse do mercado, de onde nunca aparecem as fontes que originam as informações, rumores apontam que a prorrogação da Portaria 1510 não foi determinada pelo Ministério do Trabalho e que agora existe um trabalho sério para promover democráticamente os ajustes necessários, com tendências para que o REP seja mais uma das opções para o controle do ponto por registro eletrônico, mas não a única.

    Procedente ou não, na sequência de publicações publicadas no nosso site você observa a confusão do dia 1º de setembro: De um lado o MTE publica texto com as rígidas determinações do início da fiscalização e do outro a Rede Globo noticia a prorrogação da Portaria.

    Neste domingo (18/09) a revista Veja publicou na página 66: A FILA AINDA ANDA, em matéria de Paulo Celso Pereira, da qual destaco o seguinte trecho:

    “…Há pelo menos mais dois auxiliares diretos de Dilma na fila da degola: os ministros Mário Negromonte (Cidades) e Carlos Lupi (Trabalho). A ideia da presidente é tentar preservá-los nos respectivos cargos até o início do ano que vem, quando deve ocorrer uma ampla reforma ministerial. Mas é possível que o abismo se apresente a ambos antes disso….Desde o fim do ano passado, o ministro Carlos Lupi vem medindo forças com parlamentares de seu partido, o PDT. Há cerca de dois meses, os deputados Brizola Neto e Paulinho da Força procuraram o chefe de gabinete da presidente Dilma, Giles Azevedo, e elencaram suspeitas de irregularidades no ministério. Dias depois, a Casa Civil determinou que Lupi demitisse seu braço direito e chefe de gabinete, Marcelo Panella. Oficialmente o assessor saiu “por questões pessoais”, mas os ânimos continuam acirrados. Não bastasse a briga interna na legenda, Lupi ainda vive sob tiroteio intenso da CUT, que é ligada ao PT e sistematicamente acusa o ministro de beneficiar a Força Sindical, comandada por Paulinho…”

    Entre boatos e fatos, enaltecemos o velho ditado: “onde tem fumaça tem fogo”.

    Continuamos sugerindo aos clientes que pensem duas vezes antes de investir no REP e que se o fizerem será sempre por sua conta e risco.

  161. Daniel

    on setembro 29 2011

    Julberto, claro, poderíamos passar à parte técnica, porém isso não é uma necessidade para que a discussão seja construtiva. Se eu uso um carro, percebo que ele gasta muito combustível, e aponto esse defeito para o fabricante, você acha que o fabricante pode alegar que eu estou criticando por criticar pois não sei como melhorar o projeto do motor? Se eu comprei um celular e percebi que a recepção é fraca, não posso falar isso pois não entendo nada de antenas e nem tenho ideia de como resolver o problema? Veja, as pessoas aqui, muitas leigas em eletrônica e computação, estão apontando as falhas práticas do “projeto” do MTE. Ninguém tem obrigação de saber como solucionar para saber que aquilo não atende direito suas necessidades. Um outro passo é juntar pessoas técnicas (engenheiros, programadores, juristas, etc) para, de posse do conjunto de falhas apontadas pelas pessoas leigas tecnicamente, trabalhar em uma especificação viável. Agora aproveitando a deixa, acho que a especificação do REP foi feita por pessoas que não entendiam bem nem da parte técnica nem da rotina de controle de ponto dos variados tipos de empresa do mundo real. Ao meu ver, a maior aberração técnica é a tal da memória inviolável, infalível, eterna e sem backup. E a maior aberração prática é fazer uma solução centrada em um equipamento físico e local, ignorando que muitas empresas possuem, por exemplo, entrada e saída por locais fisicamente distintos, vários acessos de entrada, etc.

  162. autor

    on setembro 29 2011

    Daniel, muito lúcida sua posição.
    Continue acompanhando nossa discussão.
    Os tópicos abaixo têm recebido maior número de comentários atualmente. Veja:
    http://www.relogio.deponto.com.br/mitos-e-verdades-sobre-a-portaria-1510/
    http://www.relogio.deponto.com.br/batuque-na-cozinha/

  163. Remo Loscio

    on outubro 13 2011

    Como encontro apenas informações desencontradas na internet sobre a portaria 1510, peco ajuda do caro autor. A portaria 1510 já esta em vigor ou foi adiada novamente para 01/01/2012 conforme ouvi comentário ?

  164. autor

    on outubro 13 2011

    Remo, seja bem-vindo ao nosso site!
    A Portaria 1510, após o quarto adiamento, ainda não está em vigor. Este adiamento fixou nova data para 01/01/2012.
    E sabe por que tantos adiamentos e tanta controvérsia? Porque há graves erros técnicos na regulamentação, na construção dos equipamentos e também na homologação dos mesmos.
    Até hoje não se conseguiu que qualquer equipamento “homologado” atendesse a 100% dos requisitos da portaria 1510. E hoje este é o principal motivo dos adiamentos.
    Se quiser saber mais, aí vão algumas dicas de leitura:
    http://www.relogio.deponto.com.br/o-que-comeca-errado-portaria-1510-relogio-de-ponto-eletronico/
    http://www.relogio.deponto.com.br/o-rep-e-inseguro/
    http://www.relogio.deponto.com.br/o-novo-ponto-eletronico-serve-para-que-mesmo/
    http://www.relogio.deponto.com.br/errar-e-humano/
    http://www.relogio.deponto.com.br/mitos-e-verdades-sobre-a-portaria-1510/

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